O empresário norte-americano Bryan Johnson, de 45 anos, gasta tapume de US$ 2 milhões por ano tentando volver o envelhecimento. Ele segue uma rotina extremamente rígida em sua própria clínica residencial, onde monitora diariamente peso, sono e outros indicadores de saúde.
Seu projecto, chamado Blueprint, inclui exercícios matinais, sauna, uso de boné com luz vermelha para estimular o cabelo e sessões de ondas de choque — ele recebe 4,5 milénio impulsos três vezes por semana.
O programa tem atualizações frequentes e já incluiu práticas polêmicas, uma vez que transfusão de plasma do fruto, uso de argola peniano e câmaras de oxigênio, sem eficiência comprovada. O seu objetivo é obter os mesmos indicadores de saúde de um jovem de 18 anos.
Hoje, ele acorda às 4h30, dorme às 20h30, segue uma dieta vegana de 2.250 calorias, evita álcool, açúcar e gordura, toma 54 comprimidos por dia e faz jejum depois das 11h — uma estratégia sem base científica.
Especialistas indagam segurança do método do empresário
Especialistas indagam a segurança da rotina de Johnson, principalmente o excesso de suplementos e a dieta rigorosa. Ele mesmo admitiu que uma substância testada acelerou o envelhecimento.
Mesmo assim, compartilha tudo com 1,9 milhão de seguidores no Instagram e 1,7 milhão no YouTube. Além do protocolo, criou uma marca com produtos uma vez que óleo de oliva por US$ 35 (R$ 195).
Sua história virou documentário: Don’t Die, que também retrata o movimento homônimo, classificado por internautas uma vez que uma “seita da longevidade”. Johnson afirma ter reduzido sua idade biológica em 5,1 anos, mas medições entre 2022 e 2024 mostram o contrário: ele teria envelhecido 10 anos no período.
Um dos médicos do projeto, Oliver Zolman, abandonou a equipe por preocupações com os suplementos vendidos. Documentos internos mostram que 60% dos clientes relataram efeitos adversos, uma vez que pré-diabetes. Especialistas alertam: excesso em suplementos pode fazer mal e dietas tão extremas dificilmente se sustentam.
Outras polêmicas
Com riqueza estimada em US$ 400 milhões, Johnson também comanda a Kernel, trabalhador de capacetes de leitura cerebral de US$ 50 milénio. Antes, fundou a Braintree, plataforma de pagamentos vendida ao PayPal por US$ 800 milhões.
Ele também enfrentou disputas judiciais com a ex-mulher, a cineasta Taryn Southern, e com ex-funcionários. Venceu a ex em um processo e recebeu US$ 584 milénio por quebra de confidencialidade. Já os funcionários alegam que os acordos da empresa violam direitos trabalhistas.
+ Leia mais notícias de Saúde em Oeste
https://revistaoeste.com/saude/empresario-faz-investimento-milionario-para-tentar-reverter-envelhecimento//Nascente/Créditos -> REVISTA OESTE









