A PGR (Procuradoria-Universal da República) se manifestou nesta segunda-feira (14) em obséquio da pena do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e de outros sete réus por participação em uma suposta tentativa de golpe de Estado no país.
O procurador-geral, Paulo Gonet, apresentou ao ministro relator do caso, Alexandre de Moraes, as alegações finais no processo contra o núcleo “crucial” da chamada trama golpista.
A reverência dos benefícios do convénio de delação premiada fechada pelo tenente-coronel Mauro Cid, Paulo Gonet defendeu que seja afastada a opção de perdão judicial e fixada pena mínima devido a omissões nos depoimentos e resistência para executar com as obrigações do convénio
“Diante do comportamento contraditório, marcado por omissões e resistência ao cumprimento integral das obrigações pactuadas, entende-se que a redução da pena deva ser fixada em patamar mínimo. O Ministério Público sugere, na esteira dessa construção, a redução de 1/3 da pena imposta pela prática criminosa porquê favor premial decorrente de sua colaboração. Afasta-se, por conseguinte, a licença do perdão judicial”, afirma o procurador no parecer.
Em atualização
Nascente/Créditos: CNN
Créditos (Imagem de revestimento): Ex-presidente Jair Bolsonaro • Ton Molina/STF
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