Diversos veículos começaram a publicar análises e colunas reportando que o confronto diplomático — antes visto uma vez que prejudicial ao Brasil — estaria sendo interpretado positivamente pela população. Secção da prensa agora apresenta Lula uma vez que um “líder firme”, que estaria “defendendo a soberania pátrio” frente ao endurecimento da política mercantil americana.
A construção dessa novidade narrativa ocorre em meio ao agravamento da crise bilateral, que já resultou na substituição do adido militar brasílio em Washington e na movimentação de setores empresariais em procura de diálogo com o governo norte-americano para tentar sustar os impactos econômicos.
Ainda assim, os meios de notícia simpáticos ao governo intensificaram a cobertura voltada à tentativa de projetar Lula uma vez que um estadista em enfrentamento direto com uma potência global.
A movimentação midiática sinaliza uma estratégia clara nas redações dos principais canais do país: usar a tensão internacional para reposicionar a imagem do presidente em meio à queda de popularidade registrada nos últimos meses.
Tudo isso tem pretérito pelo atrito com os EUA uma vez que uma disputa entre interesses nacionais e pressões estrangeiras, buscando projetar a imagem de Lula uma vez que patrono do Brasil — mesmo em um momento extremamente frágil, de alertas e curso dos EUA sobre os efeitos econômicos da crise, além do isolamento diplomático do país.
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