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Ministros do Supremo Tribunal Federalista já ensaiam, nos bastidores, uma novidade cansaço à Constituição e ao estabilidade entre os Poderes. Segundo informações reveladas pelo jornalista Paulo Cappelli, do Metrópoles, os togados planejam invalidar um eventual indulto presidencial facultado ao ex-presidente Jair Bolsonaro, caso ele venha a ser réprobo por suposta “tentativa de golpe” e tenha um coligado eleito em 2026.
A movimentação, claramente política, expõe o proporção de ativismo e aparelho do Supremo, que agora quer interferir até na privilégio constitucional do presidente da República — prevista no item 84, inciso XII da Constituição. Figuras porquê Eduardo Bolsonaro, Tarcísio de Freitas e Ronaldo Caiado já manifestaram pedestal à anistia, mas o STF, com um histórico recente dominador, parece disposto a rasgar novamente a Missiva Magna.
A desculpa esfarrapada? O mesmo argumento usado no caso Daniel Silveira: de que o indulto teria motivação político-ideológica — porquê se indultos presidenciais não fossem, por natureza, decisões políticas! A anulação do perdão facultado por Bolsonaro a Silveira abriu um precedente gravíssimo e agora serve de ameaço para futuros governos que queiram emendar abusos cometidos pelo atual sistema.
É inacreditável o nível de interferência a que o STF chegou: se julga supra da Constituição, supra do Executivo, e supra da soberania popular. Essa sinalização autoritária revela uma clara tentativa de blindar sua própria narrativa e impedir qualquer reparação futura das arbitrariedades em curso.
O Brasil precisa urgentemente de freios institucionais. O que está em jogo cá não é unicamente o porvir de Bolsonaro, mas a própria separação entre os Poderes e o reverência às regras democráticas.
https://jornalbrasilonline.com.br/informacao-vaza-e-revela-que-stf-ja-pensa-em-barrar-eventual-indulto-a-bolsonaro//Natividade/Créditos -> JORNAL BRASIL ONLINE







