O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) ficará ausente de suas atividades públicas durante todo o mês de julho para tratar uma esofagite intensa, exigência que provocou crises recorrentes de soluço, vômitos e dificuldades na fala nas últimas semanas. A decisão médica é de repouso domiciliar por 30 dias, com séquito contínuo e intensificação do uso de medicamentos para controlar o quadro inflamatório.
O direitista já apresenta ligeiro melhora depois ajustes no tratamento, mas permanece em reparo. Ele começou a sentir os primeiros sintomas ainda em junho e, durante um evento em Goiás, no dia 20, precisou interromper um exposição ao relatar desconforto gástrico. “Desculpa, estou muito mal. Vomito 10 vezes por dia”, afirmou na ocasião.
Em seguida, ele cancelou compromissos e retornou a Brasília, onde foi atendido no hospital DF Star. Na ocasião, os médicos identificaram um quadro de pneumonia viral, tratado com antibióticos. No entanto, depois comparecer ao ato realizado pelo pastor Silas Malafaia no domingo (29), os sintomas se intensificaram.
Na segunda-feira (30), Bolsonaro permaneceu em morada com náuseas e decidiu suspender toda a agenda programada para o mês de julho. A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro determinou a restrição de visitas durante o período de recuperação. Novos exames serão realizados nos próximos dias para calcular a evolução do tratamento.
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