Apesar da Advocacia-Universal da União (AGU) ter confirmado a judicialização da derrubada do IOF pelo Congresso Pátrio, o líder do governo na Câmara, deputado José Guimarães (CE), alegou que “respeita” a itinerário sofrida no Parlamento.
“É simples, nós fomos derrotados e aceitamos”, disse Guimarães, sobre a votação do IOF. “Mas não fomos incitar ódio contra o deputado A ou deputado B. Evidentemente que nós nos ressentimos porque tem muitos parlamentares dos partidos que integram a base do governo que votaram (contra o decreto). Isso é indumento.”
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O deputado também declarou que procurou o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), para conversar alguns dias depois do resultado da votação. “Eu não fui gerar crise”, afirmou.
“Um domingo à noite, eu cheguei, a primeira coisa que eu fiz foi conversar com o presidente da Câmara, porque tem que ser assim a política, não pode ser com ranço, não”, prosseguiu. “É simples que quando eu comuniquei ao presidente Motta ontem (sobre a judicialização), ele aceitou e não fez nenhuma rostro feia pra mim. Foi pro telefone, mas isso é importante.”
Líder diz que o “Supremo vai determinar” sobre o IOF
Ao ser indagado sobre a relação com o Congresso depois da judicialização do caso, Guimarães declarou: “A Câmara não pediu permissão ao governo para votar o IOF, nem o governo precisa pedir autorização da Câmara para governar naquilo que precedeu a nossa Constituição”.
“Agora eu acho que é hora de sentar e conversar para convergirmos sobre pautas mais importantes do país”, declarou. “Sobre o IOF, deixa o Supremo determinar.”
A derrubada do decreto presidencial, que elevava o IOF sobre operações de crédito, foi uma resposta direta do Congresso à tentativa do governo de aumentar a fardo tributária por meio de medida impopular.
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