O senador Marcos Rogério (PL-RO) criticou as decisões do Supremo Tribunal Federalista (STF) relacionadas aos atos de 8 de janeiro. Segundo ele, condenações porquê a da cabeleireira Débora Rodrigues — sentenciada a 14 anos por ter pichado a estátua da Justiça com batom — revelam uma distorção do papel do Judiciário. O parlamentar afirmou que penas excessivas demonstram que a Namoro ignora princípios básicos da Constituição, porquê a presunção de inocência, o recta à ampla resguardo e a individualização das condutas.
“Centenas de brasileiros, trabalhadores, pais, mães de família foram condenados em conjunto, sem individualização de conduta, sem julgamento justo, sem a serenidade, sem a cautela, sem o zelo que se espera de um órgão julgador e, sobretudo, da Suprema Namoro do país. Enquanto isso, corruptos de colarinho branco têm penas anuladas por detalhes processuais.
Traficantes de drogas, megatraficantes ganham saidões, estupradores conseguem progressão de regime. Mas a mulher que escreveu com batom na estátua da Justiça, essa foi exemplo a ser feito”, declarou.
O senador também questionou a denúncia apresentada contra o ex-presidente Jair Bolsonaro, baseada em uma minuta de decreto que, segundo ele, nunca foi assinada nem teve validade. Para Marcos Rogério, trata-se de uma tentativa de punição política, não de emprego justa da lei.
“Uma denúncia sem base concreta, construída em cima de ilações e com evidente motivação política. O julgamento é político! Não se trata de um julgamento com base em provas, em evidências.
Estão denunciando Bolsonaro não por atos criminosos, mas por simbolizar uma visão de Brasil que não se curva à vontade da velha política, do globalismo e dos interesses escusos que parasitam o Estado brasílico”, afirmou. Jornal da cidade
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