Eliene Amorim de Jesus, missionária de 28 anos da Plenário de Deus, foi presa em 17 de março de 2023, em São Luís (MA), acusada de participar dos atos de 8 de janeiro em Brasília. Ela afirma que seu objetivo era coletar informações para redigir um livro sobre os acontecimentos, uma vez que secção de sua pesquisa uma vez que estudante de psicologia. Detida no Multíplice Penitenciário de Pedrinhas, Eliene, que também trabalhava uma vez que manicure, não tem antecedentes criminais e alega ter viajado a Brasília exclusivamente para observar os acampamentos em frente aos quartéis.
A Polícia Federalista a prendeu na Operação Lesa Pátria, dois meses em seguida os eventos, com base em postagens nas redes sociais onde mencionava o projeto do livro. Fotos e anotações em um caderno foram apreendidas, mas não há evidências públicas de que ela tenha participado diretamente da depredação dos prédios dos Três Poderes. Seu caso será julgado pelo Supremo Tribunal Federalista (STF) em abril de 2025, podendo resultar em até 17 anos de prisão.
Eliene permanece na unidade feminina de Pedrinhas, na cubículo B9 do conjunto B, há mais de dois anos. O ex-presidente Jair Bolsonaro repercutiu seu caso em 31 de março de 2025, destacando-a uma vez que exemplo de prisão arbitrária e criticando o ministro Alexandre de Moraes. A missionária, moradora do bairro Angelim, em São Luís, tinha uma vida simples, sustentando seus estudos com trabalhos uma vez que doméstica e babá antes da detenção.
A resguardo de Eliene sustenta que sua presença em Brasília foi pacífica e motivada por interesse acadêmico e pregador, não por atos criminosos.
Enquanto isso, o caso reacende debates sobre a meio das investigações do 8 de janeiro, com apoiadores questionando a falta de provas concretas contra ela e outros detidos, e críticos apontando a urgência de punição aos envolvidos nos ataques às instituições democráticas.
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