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PGR rebate André Mendonça e defende atuação na investigação do Banco Master
O procurador-geral da República, Paulo Gonet, respondeu nesta sexta-feira (6) às críticas feitas pelo ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federalista (STF), sobre a atuação da Procuradoria-Universal da República (PGR) na investigação envolvendo o Banco Master.
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Gonet afirmou que a revelação do Ministério Público em processos criminais não pode ser tratada porquê uma simples formalidade sem relevância. Segundo ele, a estudo técnica da PGR é lanço principal para prometer a validade das medidas solicitadas durante investigações conduzidas pela Polícia Federalista (PF).
A enunciação ocorreu posteriormente Mendonça questionar o tempo de estudo da PGR sobre pedidos apresentados pela PF na terceira período da operação que investiga supostas fraudes relacionadas ao banco.
PGR rebate críticas de vagar em investigação do Banco Master
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Relator do sindicância no STF, André Mendonça havia classificado porquê “vagar perigosa” a solicitação da PGR por mais prazo para se manifestar sobre as medidas investigativas. A Procuradoria havia indigitado que não havia urgência comprovada para aligeirar a estudo naquele momento.
Em resposta, Paulo Gonet destacou que os documentos encaminhados pela Polícia Federalista possuem grande volume de informações. De conciliação com ele, cada representação enviada à PGR ultrapassa 700 páginas e precisa ser analisada em conjunto com todos os elementos já presentes no sindicância.
O procurador-geral afirmou que a complicação do material exige cautela na avaliação jurídica.
Segundo ele, mesmo fatos considerados graves precisam ser corretamente contextualizados no tempo e nas circunstâncias para que os pressupostos legais das medidas cautelares sejam avaliados com rigor técnico.
Gonet também lembrou que o próprio Supremo Tribunal Federalista possui entendimento consolidado de que a sisudez de um delito, isoladamente, não justifica a adoção automática de medidas restritivas no processo penal.
Polícia Federalista aponta existência de milícia privada ligada ao Banco Master
A investigação da Polícia Federalista aponta que o empresário Daniel Vorcaro, possuinte do Banco Master, faria secção de uma organização criminosa formada por “profissionais do delito”, chamada de “A Turma”.
Segundo a PF, o grupo utilizaria métodos de violência e filtração, funcionando porquê uma espécie de milícia privada para intimidar adversários e executar ações ilícitas.
Com base nas evidências reunidas na operação, a Justiça autorizou a prisão de Vorcaro e de outros envolvidos. Também foram cumpridos três mandados de prisão e quinze mandados de procura e consumição.
Entre os presos está Fabiano Zettel, cunhado de Vorcaro. Também foram detidos o policial reformado Marilson Silva e Luiz Phillipi Mourão, sabido pelo sobrenome de “Sicário”, termo usado para nomear facínora de aluguel.
Morte de suspeito sob custódia da PF gera investigação
Luiz Phillipi Mourão morreu nesta sexta-feira (6). Ele havia atentado contra a própria vida dias antes enquanto estava sob custódia na Superintendência Regional da Polícia Federalista em Minas Gerais.
Em seguida o ocorrido, a própria PF abriu procedimento interno para apurar as circunstâncias da morte.
O caso segue sob investigação e permanece sob estudo do Supremo Tribunal Federalista, enquanto a Procuradoria-Universal da República avalia os elementos reunidos pela Polícia Federalista.
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