Deputados estaduais do Amapá estão se mobilizando para iniciar uma CPI com o objetivo de investigar os investimentos de R$ 400 milhões da Amapá Previdência (Amprev) no Banco Master. Essa movimentação ocorre em um contexto onde solicitações de investigação no Congresso Vernáculo permanecem em espera devido a decisões políticas em Brasília.
Motivações para o pedido de CPI no Amapá
A proposta surgiu posteriormente alertas sobre aplicações significativas realizadas pela Amprev no Banco Master. As preocupações giram em torno do roupa de que esses investimentos, que foram feitos em títulos de saliente risco e sem a proteção de fundos garantidores, podem comprometer o pagamento de aposentadorias e pensões de milhares de servidores públicos estaduais, principalmente posteriormente a liquidação do banco pelo Banco Medial.
Principais nomes sob investigação
A atenção se concentra em Jocildo Lemos, ex-presidente da Amprev, que renunciou recentemente posteriormente operações da Polícia Federalista. Lemos é considerado um indicado político do senador Davi Alcolumbre. Além dele, conselheiros que aprovaram investimentos em desprezo aos alertas de risco também estão sendo investigados.
Por que a investigação não avança no Congresso Vernáculo?
Embora existam assinaturas suficientes para a sinceridade de CPIs tanto na Câmara quanto no Senado, os presidentes das casas legislativas ainda não tomaram a frente nos pedidos. No Senado, Davi Alcolumbre não leu o requerimento, enquanto na Câmara, Hugo Motta indicou que o caso Master está no final de uma longa lista de investigações prioritárias.
Relação da família Alcolumbre com o caso
O senador Davi Alcolumbre nega qualquer tipo de interferência, mas Jocildo Lemos já declarou que foi convidado pelo parlamentar para ocupar o incumbência. Outrossim, Alberto Alcolumbre, irmão do senador, exerceu funções nos conselhos Fiscal e de Previdência da Amprev, que são responsáveis pela supervisão da gestão dos recursos dos servidores.
Implicações da instalação da CPI no Amapá
Se a CPI for estabelecida, os deputados estaduais terão a domínio para convocar depoentes, quebrar sigilos e investigar documentos internos da Amprev. O objetivo será verificar se houve gestão inadequada ou fraudulenta. Para que a percentagem possa ser instaurada, são necessárias oito assinaturas entre os 24 deputados estaduais; até o momento, duas adesões foram confirmadas.
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