Investigações indicam patrimônio no exterior enquanto origem e tramontana dos recursos permanecem sob apuração
Um levantamento recente revelou que o empresário Nelson Tanure mantém uma riqueza estimada em até R$ 15 bilhões em paraísos fiscais na Europa. A informação foi divulgada pelo jornal Metrópoles e surge no contexto de investigações que apuram suspeitas de fraudes fiscais envolvendo o Banco Master.
Segundo a apuração, Tanure transferiu seu residência fiscal para fora do Brasil e passou a operar por meio da Trustee Holding Financeira, estrutura que atua porquê representante de um investidor estrangeiro sem identificação formal no país.
Expansão patrimonial e investimentos estratégicos
A ampliação da riqueza de Tanure ocorreu por meio de investimentos em diversas empresas. Seu principal ativo é a Prio, antiga PetroRio, considerada peça médio de sua estratégia financeira.
Apesar do potencial de inflectir o patrimônio, o retorno dessas operações está condicionado ao desempenho de empresas que atravessam dificuldades financeiras. Embora Tanure divulgue publicamente onde investe, o tramontana final dos recursos movimentados permanece obscuro, segundo o jornal.
Operação Compliance Zero e suspeitas no Banco Master
As suspeitas ganharam força na segunda tempo da Operação Compliance Zero, quando a Polícia Federalista (PF) passou a monitorar os bens do empresário.
O interrogatório investiga um provável esquema de fraude fiscal no Banco Master, com prejuízos estimados em R$ 12 bilhões. Porquê secção das medidas cautelares, o Supremo Tribunal Federalista (STF), por decisão do ministro Dias Toffoli, determinou o bloqueio de bens de Tanure, sem informar os valores atingidos.
Há indícios de que o empresário teria atuado porquê sócio oculto do Banco Master, embora não constasse formalmente no quadro societário da instituição.
Aportes bilionários e resguardo do empresário
As investigações apontam que Tanure teria realizado aportes de R$ 2,5 bilhões ao longo de quatro anos no banco, dirigido por Daniel Vorcaro. Esses recursos teriam sido utilizados para estruturar operações empresariais da instituição.
Em seguida se tornar fim da Polícia Federalista, a resguardo do empresário divulgou nota afirmando que ele “não manteve qualquer relação societária com o Banco Master”, sustentando que Tanure “atuou somente porquê cliente da instituição”.
Relações empresariais e bastidores do Banco Master
O vínculo entre Tanure e o Banco Master teria ocorrido por meio de Maurício Quadrilátero, controlador da Trustee Holding Financeira. Ambos se conhecem desde a idade em que Quadrilátero trabalhava no Bradesco, onde Tanure era cliente.
Mais tarde, Quadrilátero estruturou o setor de investimentos do Banco Master e levou Tanure para o projeto. À idade, o banco ainda era focado em varejo e crédito, dimensão comandada por Augusto Lima, também investigado.
Com o progresso das divergências internas, Quadrilátero e Lima deixaram a instituição, mas as operações empresariais ligadas ao banco continuaram mesmo em seguida o solidão.
Compra da Emae e questionamentos no mercado
Entre os negócios realizados posteriormente, destaca-se a compra da Emae, empresa de vigor e chuva de São Paulo. Para viabilizar a operação, Tanure utilizou ações da Ambipar porquê garantia.
Esses papéis haviam se valorizado 800% em somente três meses, movimento que chamou atenção do mercado. A Percentagem de Valores Mobiliários (CVM) apura o caso, já que a subida foi seguida por uma queda abrupta das ações.
O empresário também se envolveu em um conflito com Tércio Borlenghi, fundador da Ambipar, culpado de retirar R$ 200 milhões do caixa da empresa sem aviso prévio, incidente que intensificou as controvérsias envolvendo Tanure.
Vínculos políticos e influência regional
As apurações também indicam que Augusto Lima, ex-CEO do Banco Master, seria o principal gavinha entre a instituição e integrantes do PT.
Lima ascendeu socialmente em seguida se matrimoniar com Claudia Calmon de Sá, filha do banqueiro Angelo Calmon de Sá, passando a circundar em ambientes de influência política na Bahia.
Essa proximidade permitiu negociações com o portanto governador Rui Costa (PT-BA), atual ministro da Moradia Social, resultando em um harmonia considerado vantajoso para o banco.
O pacote envolveu um supermercado criado no governo ACM para operar o programa Credcesta, que oferecia víveres a preço de dispêndio para servidores estaduais. Mesmo deficitário, o projeto tornou-se uma oportunidade estratégica em seguida a licitação, quando Lima assumiu o controle da operação.
Segundo o Metrópoles, Jaques Wagner (PT-BA), líder do governo Lula no Senado, é citado porquê coligado próximo de Lima. A relação entre Wagner e a direção do Banco Master teria causado preocupação no Palácio do Planalto, devido a favores atribuídos ao senador, incluindo contratações de indicados por valores elevados.
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