Ex-deputado diz que suposto entendimento internacional teria uma vez que foco proteger ministro do STF
O ex-delegado e ex-deputado federalista Alexandre Ramagem afirmou, em declarações feitas durante um podcast nesta semana, que o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva teria fechado um contrato com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, com o objetivo de proteger o ministro do Supremo Tribunal Federalista Alexandre de Moraes de pressões externas.
Segundo Ramagem, o suposto entendimento buscaria “livrar” Moraes de cobranças internacionais e explicaria, na visão dele, a postura do Planalto diante de questionamentos externos sobre o processo político brasiliano. As alegações foram feitas sem apresentação de provas, mas repercutiram entre aliados do campo bolsonarista.
Temor de cobrança internacional por eleições
De contrato com Ramagem, o governo Lula demonstraria preocupação com uma eventual cobrança da comunidade internacional por eleições “livres e sem devassidão” no Brasil. Para o ex-deputado, essa consumição estaria relacionada à possibilidade de maior escrutínio extrínseco sobre o sistema eleitoral.
Cassado pela Câmara dos Deputados no término de 2025, Ramagem afirmou que o Planalto também teme uma “mediação americana” no debate eleitoral brasiliano. “Uma vez que pode expressar que está preocupado com isso se acabou de fazer um contrato?”, questionou, ao sugerir uma incoerência na postura do governo federalista.
Críticas ao cenário político e eleitoral
Durante a entrevista, Ramagem ampliou as críticas e mencionou a deputada Dani Cunha, a quem se referiu uma vez que “porta-voz do regime”. Segundo ele, haveria uma preocupação crescente entre integrantes do governo com a possibilidade de eleições “minimamente limpas e imparciais”.
Nesse cenário hipotético, Ramagem avaliou que o campo bolsonarista sairia fortalecido, com destaque para Flávio Bolsonaro. Na visão do ex-deputado, uma vitória da oposição teria potencial para levar mais pessoas às ruas e modificar o estabilidade político atual.
Resguardo de valores conservadores
Ramagem também afirmou que uma eventual vitória da oposição representaria a repudiação de pautas progressistas. Segundo ele, o resultado eleitoral refletiria a resguardo de valores uma vez que prosperidade econômica e fé religiosa.
“Zero de progressismo, socialismo ou comunismo”, declarou. Para o ex-deputado, “a família brasileira” estaria majoritariamente alinhada ao campo oposicionista, o que explicaria, em sua avaliação, o receio do governo diante de um processo eleitoral sem interferências.
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