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A Polícia Federalista executou uma operação em 19 de outubro de 2026 para apurar denúncias de compartilhamento antecipado de dados judiciais do Superior Tribunal de Justiça. O foco principal da ação é Humberto Fontoura Pradera, ex-secretário de Tecnologia da Informação e Notícia do tribunal. Ele é suspeito de repassar documentos ao jurista Willer Tomaz, que possui proximidade com o senador Flávio Bolsonaro.
A medida foi autorizada pelo Supremo Tribunal Federalista e recebeu o nome de Operação Linceu. Os investigadores buscam esclarecer porquê o teor de processos em curso chegava ao conhecimento do jurista antes da publicação solene. Devido ao caso, Pradera foi exonerado de sua função em 16 de outubro, em seguida a fenda de um procedimento administrativo interno na Golpe.
Mensagens e documentos analisados
Conforme informações divulgadas pelo UOL e pela CNN Brasil, os agentes identificaram diálogos entre o ex-servidor e o jurista. A estudo das mensagens sugere o envio de arquivos jurídicos e dados sobre movimentações internas. Um dos episódios citados aponta o envio de uma foto de uma decisão judicial que ainda não possuía assinatura, antes de sua divulgação pública.
Entre os episódios verificados está uma disputa mercantil envolvendo a Eldorado Celulose. De tratado com a investigação, uma minuta de decisão elaborada pela ministra Nancy Andrighi teria sido encaminhada antes da assinatura solene. A apuração também avalia se pareceres do Ministério Público Federalista foram repassados antes de integrarem formalmente os autos.
Crimes investigados e relações financeiras
A Operação Linceu apura suspeitas de violação de sigilo funcional, peculato eletrônico, depravação ativa e passiva, além de lavagem de numerário. O trabalho policial procura verificar se houve vantagens indevidas ou benefícios concretos decorrentes do chegada antecipado aos papéis.
A apuração também examina, segundo reportagens, vínculos empresariais e movimentações financeiras ligadas ao jurista e ao senador Flávio Bolsonaro, incluindo informações sobre uma empresa de Tomaz e uma conta bancária com poderes de gestão atribuídos ao parlamentar. As autoridades ressaltam, mas, que a investigação sobre o vazamento de dados não indica, por si só, a participação do senador nas condutas apuradas.
Posicionamento dos citados
O Superior Tribunal de Justiça informou que o ex-secretário ocupava um função de crédito e que os procedimentos pertinentes seguem sob sigilo, razão pela qual detalhes adicionais não foram fornecidos. Por sua vez, Willer Tomaz negou ter obtido chegada irregular a documentos ou interferido em manifestações do Ministério Público Federalista, classificando as acusações porquê infundadas. Anteriormente, o ex-secretário havia dito que não possuía chegada a processos em curso e que suas permissões nos sistemas eram restritas.
O post PF investiga ex-secretário do STJ por vazamento de dados apareceu primeiro em Partido Brasil.
Flávio Bolsonaro,Justiça,Operação Linceu,Polícia Federalista,STJ
https://partidobrasiloficial.com.br/2026/10/19/pf-investiga-ex-secretario-do-stj-por-vazamento-de-dados/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=pf-investiga-ex-secretario-do-stj-por-vazamento-de-dados/Natividade/Créditos -> SITE PARTIDO BRASIL OFOCIAL
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