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O segundo vez da eleição presidencial gerou repercussão nos bastidores do Ministério das Relações Exteriores. Diplomatas do superior escalão da pasta passaram a estimar a antecipação da aposentadoria ou a procura por postos de menor exposição política caso Flávio Bolsonaro (PL) seja eleito presidente da República.
Segundo informações publicadas originalmente pela Pilastra do Estadão, o movimento envolve principalmente integrantes da curso próximos da aposentadoria compulsória e identificados com áreas que ganharam espaço durante o governo de Luiz Inácio Lula da Silva, uma vez que direitos humanos, meio envolvente, organismos multilaterais, América Latina e políticas de gênero.
A preocupação entre os servidores aumentou depois declarações públicas de Eduardo Bolsonaro. O ex-deputado afirmou ter feito um mapeamento de funcionários do ministério que teriam atuado contra a gestão de Jair Bolsonaro e prometeu mudanças profundas na pasta em uma eventual novidade gestão do irmão.
Um dos episódios que intensificou o clima de tensão envolveu a embaixadora Vanessa Dolce de Faria, Subida Representante para Temas de Gênero do Itamaraty, que publicou uma imagem com símbolos de base à candidatura de Lula. Eduardo Bolsonaro reagiu publicamente e sugeriu que a diplomata poderia ser enviada para uma missão no Zimbábue.
A sintoma gerou reações no setor. O Observatório da Política Externa e da Inserção Internacional do Brasil divulgou uma nota de solidariedade à embaixadora, classificando as declarações uma vez que intimidação e defendendo a preservação das garantias dos servidores do serviço exterior.
Outro nome citado nas reportagens é o da embaixadora brasileira em Washington, Maria Luiza Viotti, que já havia sido branco de críticas por secção de Flávio Bolsonaro e de aliados depois uma viagem do candidato aos Estados Unidos. A diplomata também avalia seus próximos passos conforme o resultado das eleições.
Apesar da mortificação relatada por secção da curso, fontes apontam que não se trata de uma debandada formal ou de uma decisão coletiva de desligamento. As discussões sobre aposentadoria antecipada ou transferência para consulados ocorrem de forma individual, enquanto o cenário eleitoral permanece em acessível para o segundo vez.
O post Tensão no Itamaraty leva diplomatas a avaliarem aposentadoria antecipada apareceu primeiro em Partido Brasil.
Diplomatas,Eleições,Governo,Itamaraty,política
https://partidobrasiloficial.com.br/2026/10/12/tensao-no-itamaraty-leva-diplomatas-a-avaliarem-aposentadoria-antecipada/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=tensao-no-itamaraty-leva-diplomatas-a-avaliarem-aposentadoria-antecipada/Manancial/Créditos -> SITE PARTIDO BRASIL OFOCIAL
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