Uma recente movimentação na prelo tradicional chamou a atenção de internautas e analistas políticos. Segundo repercutido pela página @bellanna na rede social X (vetusto Twitter), a RBS — afiliada da Rede Mundo no Rio Grande do Sul — publicou um texto defendendo que o ex-presidente Jair Bolsonaro cumpra pena em prisão domiciliar.
A mudança de tom por segmento de um veículo ligado ao Grupo Mundo gerou reações imediatas. De harmonia com a estudo destacada na material, a resguardo da prisão domiciliar não seria um gesto de solidariedade ou “conversão moral” da emissora em seguida anos de oposição ferrenha ao ex-mandatário, mas sim um sinal de alerta do próprio sistema.
“O precedente vai atingir qualquer um”
O argumento mediano que circula entre os apoiadores do ex-presidente é de que a prelo e setores do poder começaram a perceber que a rigidez das medidas tomadas contra Bolsonaro pode transpor do controle.
Há o temor de que o duro precedente jurídico e político estabelecido contra um ex-presidente da República possa, no horizonte, ser utilizado contra outras figuras públicas, incluindo aqueles que apoiaram o atual cenário.
“Quando até quem passou sete anos ajudando a edificar o cerco começa a perceber que a coisa saiu do controle, é porque a ruptura já começou. (…) A verdade é simples. Não é conversão moral. É instinto de sobrevivência”, pontuou a publicação.
Para esses observadores, quando as engrenagens do “sistema” começam a recuar ou pedir moderação, é um poderoso vestígio de que o limite institucional foi ultrapassado.
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