Nesta quarta-feira (11), a CPI do Transgressão Organizado decidiu continuar na quebra de sigilos de integrantes do Banco Master e na convocação de servidores do Banco Meão.
As ações, segundo o colegiado, miram a restrição das operações de um grupo suspeito de envolvimento em depravação, lavagem de moeda e ameaças a autoridades.
Os principais alvos da quebra de sigilo
A percentagem legislativa autorizou a rombo de dados fiscais, telefônicos e informações telemáticas (porquê e-mails e mensagens) do empresário Fabiano Zettel, cunhado do banqueiro Daniel Vorcaro, e de Luiz Philippi Mourão, publicado porquê ‘Sicário’.
Zettel é investigado por sua provável participação em fraudes financeiras, enquanto Mourão é assinalado porquê o responsável por operações que utilizam força e tecnologia para forçar adversários do grupo.
Funcionários do Banco Meão envolvidos no esquema
A investigação indica que dois servidores, Paulo Sérgio Neves de Souza e Bellini Santana, teriam sido recrutados para atuar porquê consultores informais de Daniel Vorcaro. Os profissionais são suspeitos de receber subornos em troca de informações confidenciais sobre a situação do Banco Master, o que permitia à instituição se antecipar a ações de fiscalização ou punição.
Uso de jatinhos particulares
Os senadores aprovaram requerimentos para acessar a lista de passageiros e os registros de propriedade de uma aeroplano Embraer Legacy 650. A suspeita é de que o jato era utilizado por Daniel Vorcaro e seus sócios para deslocamentos estratégicos. A investigação dos diários de bordo pode revelar encontros suspeitos e ligações com outras organizações criminosas entre 2025 e 2026.
Relação da gestora Reag com o PCC
João Carlos Mansur, fundador da gestora Reag, prestou testemunho para esclarecer o suposto uso da empresa na lavagem de R$ 30 bilhões da partido criminosa em fundos de investimento. Embora Mansur negue qualquer irregularidade e diga que o Banco Master era somente um cliente generalidade, a Polícia Federalista acredita que a Reag foi crucial para o funcionamento financeiro do esquema investigado.
Testemunho do presidente do Banco Meão solicitado
A CPI requereu que Gabriel Galípolo forneça informações sobre os processos internos que resultaram no isolamento dos servidores implicados. O colegiado quer saber a profundidade da infiltração do grupo de Vorcaro no órgão regulador e verificar se houve invasões nos sistemas da Justiça e do Banco Meão que beneficiaram o banco e seus controladores.
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