Governador de São Paulo afirma que prefere focar no eleitorado em vez de discutir adversários
O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), respondeu nesta quarta-feira (11) às críticas feitas pelo ministro da Rancho, Fernando Haddad, que havia afirmado que o governador seria um oponente político “impenetrável” de críticas.
Ao comentar a enunciação, Tarcísio afirmou que nenhum político está imune a críticas e fez referência à política econômica conduzida pelo ministro.
“Ninguém é impenetrável de sátira de lugar nenhum. Tem bom trabalho, tem trabalho que é ruim. O que eu posso fazer se ele aumentou o imposto a cada 30 dias? Não é culpa minha, é culpa dele”, declarou.
Os dois são apontados porquê possíveis adversários em uma futura disputa eleitoral pelo governo estadual.
Governador diz que não escolhe adversários
Ao averiguar um eventual confronto nas urnas com Haddad, Tarcísio afirmou que sua estratégia política não será centrada na escolha de adversários.
Segundo ele, o foco deve ser o diálogo com a população e as demandas do eleitorado.
“Eu não escolho oponente. A gente tem que se conectar com as demandas da população”, disse.
O governador acrescentou que prefere concentrar sua atuação política na relação direta com os eleitores, em vez de priorizar disputas pessoais com outros líderes políticos.
Esteio a candidato “viável” para o Senado
Durante a entrevista, Tarcísio também comentou a disputa pelo Senado em São Paulo.
Ele foi questionado sobre possíveis candidaturas ligadas à esquerda, porquê as do próprio Fernando Haddad, do vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) e da ministra do Planejamento, Simone Tebet (MDB).
O governador afirmou que pretende concordar um candidato que tenha viabilidade eleitoral.
Segundo ele, a eleição para o Senado costuma mobilizar o eleitorado mais lentamente do que outras disputas.
“As pessoas demoram um pouco mais para se conectar à eleição de Senado. Logo, numa primeira avaliação, neste momento aparece melhor quem tem mais recall. Obviamente, a gente vai escolher alguém com viabilidade, isso é uma coisa importante”, afirmou.
Bastidores indicam possíveis nomes para a placa
Nos bastidores, aliados de Tarcísio indicam que a primeira vaga da placa para o Senado pode permanecer com o deputado federalista Guilherme Derrite (PP-SP), que também já foi secretário de Segurança Pública de São Paulo.
A segunda vaga ainda está em simples.
Entre os nomes cogitados estão:
- Ricardo Mello Araújo (PL), vice-prefeito de São Paulo
- Gil Diniz (PL-SP), deputado estadual
- Mário Frias (PL-SP), deputado federalista
- Rosana Valle (PL-SP), deputada federalista.
Também chegou a ser mencionado, em discussões internas, o nome do deputado federalista Eduardo Bolsonaro (PL-SP).
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