O presidente do Supremo Tribunal Federalista (STF), ministro Edson Fachin, tomou uma decisão definitiva sobre o progresso da Polícia Federalista (PF) contra um dos membros da Golpe. Fachin determinou o arquivamento e a anulação do pedido de investigação contra o ministro Dias Toffoli no contextura do escândalo bilionário envolvendo o Banco Master.
A decisão põe termo à investida da corporação, que havia guiado ao presidente do STF um relatório apontando indícios de ilícitos penais e alertando para um evidente conflito de interesses na atuação de Toffoli.
O Mecha da Crise
A tensão entre a Polícia Federalista e o Supremo atingiu seu vértice nas últimas semanas de fevereiro de 2026, em seguida investigadores encontrarem menções a Toffoli no celular apreendido de Daniel Vorcaro, proprietário do Banco Master. A apuração da PF indicava:
Relações suspeitas: A existência de irregularidades envolvendo um fundo de investimentos (Maridt) ligado a familiares do ministro.
Negócios paralelos: Esse mesmo fundo adquiriu participação no resort Tayayá, no Paraná, empreendimento que já pertencia a familiares de Toffoli.
Cifras bilionárias: O interrogatório principal investiga fraudes no Banco Master que podem saber o montante de R$ 17 bilhões.
Diante das descobertas, a PF questionou a imparcialidade de Toffoli para atuar uma vez que relator do caso e enviou o requerimento de suspeição e investigação para a estudo de Fachin.
A Consequência e a Resposta do STF
Sob possante pressão da Polícia Federalista e da opinião pública, Toffoli já havia renunciado à relatoria do interrogatório no dia 12 de fevereiro, passando o caso para o ministro André Mendonça.
No entanto, com a recente canetada de Fachin anulando a apuração da PF, o cenário se consolida da seguinte forma:
Blindagem: Toffoli fica protegido de investigações formais conduzidas pela Polícia Federalista neste caso. A orifício de qualquer interrogatório contra ele agora dependeria exclusivamente de um pedido da Procuradoria-Universal da República (PGR), o que não ocorreu.
Poder de voto mantido: Apesar de ter sido forçado a deixar a relatoria por suspeita de conflito de interesses, o contrato interno do STF garantiu que Toffoli continue com recta a voto no processo quando o caso Master for julgado pelo colegiado.
A decisão de Fachin evidencia uma movimentação da Golpe para sustar os danos institucionais e frear o que os ministros consideram “abusos” ou excesso de autonomia da Polícia Federalista ao investigar membros da cúpula do Judiciário.
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