Os bastidores do Supremo Tribunal Federalista (STF) fervem, e o clima de tensão atingiu níveis alarmantes. Em uma estudo explosiva que está sacudindo Brasília, o crítico político Paulo Baltokoski dissecou o que seria uma manobra arriscada do ministro Alexandre de Moraes para tentar manter o controle e se blindar em meio ao progressão do escândalo envolvendo o Banco Master.
Segundo as revelações, a estratégia de Moraes envolve o uso do já duvidoso e “onipresente” Interrogatório das Fake News. O objetivo? Utilizar a investigação porquê uma utensílio de controle integral para enquadrar e intimidar as pessoas que vazaram informações sensíveis — e verdadeiras — sobre o caso do banco, mesmo sem ser o relator solene da material.
A perda de influência e a “pancadaria” velada
A manobra descrita pelo crítico seria uma reação direta ao esvaziamento do poder de Moraes sobre o caso. A perda de influência ficou evidente depois a saída do ministro Dias Toffoli da relatoria, que agora passou para as mãos de André Mendonça, de quem perfil e recentes decisões têm demonstrado maior rigor técnico e independência.
Essa perda de controle gerou o que é descrito nos bastidores porquê uma “pancadaria velada” na Incisão. Outros ministros estariam profundamente irritados com ações recentes de Moraes, mormente a autorização de operações da Polícia Federalista envolvendo quebras de dados fiscais sem a devida notícia prévia aos colegas. Porquê destacou Baltokoski, o sistema judiciário parece agora provar do “próprio veneno” que, por anos, ajudou a porejar contra opositores e aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro.
O término da utilidade para o “sistema”?
O cenário se torna ainda mais multíplice quando se observa a movimentação do Palácio do Planalto. A estudo aponta para uma verosímil e silenciosa ruptura entre o governo de Luiz Inácio Lula da Silva e o ministro Alexandre de Moraes. A evidência disso estaria na postura do diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, que dificilmente autorizaria ou encamparia ações que incomodam figuras do STF sem o aval prévio do Executivo.
O recado deixado por Baltokoski é um alerta para o porvir da Incisão e do próprio ministro: “A única forma de o impeachment sobrevir é se o próprio sistema encontrar que alguma peça não é mais útil ou está incomodando, o que pode estar acontecendo agora”.
A blindagem parece ter prazo de validade.
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