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PF aponta alterações neurológicas em vistoria de Bolsonaro, recluso na Papuda
A Polícia Federalista informou, em laudo médico divulgado nesta sexta-feira (6), que foram identificadas alterações neurológicas em exames realizados no ex-presidente Jair Bolsonaro, atualmente recluso no Multíplice da Papuda, em Brasília.
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Segundo o documento, o histórico recente de queda e dificuldades de estabilidade levou a equipe pericial a aprofundar a avaliação neurológica. A PF destacou que, durante o vistoria físico, foram observadas alterações compatíveis com as informações clínicas coletadas ao longo da apuração.
Bolsonaro sofreu um traumatismo craniano ligeiro no início deste ano. O incidente ocorreu durante a madrugada, quando caiu dentro da cubículo e bateu a cabeça em um traste, período em que ainda estava custodiado na Superintendência da PF, na capital federalista.
O laudo também aponta a possibilidade de déficit de micronutrientes, principalmente hipovitaminose do multíplice B, com destaque para vitamina B12 e ácido fólico. A corporação relaciona o quadro à idade do ex-presidente, ao diagnóstico de doença do refluxo gastroesofágico (DRGE), ao uso prolongado de inibidores da explosivo de prótons e a uma dieta considerada pouco variada.
Aliás, os peritos levantaram a hipótese de interação medicamentosa. O documento ressalta que Bolsonaro faz uso de diversos fármacos, quesito conhecida porquê polifarmácia, reconhecida porquê fator de risco para eventos adversos.
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De entendimento com a PF, a combinação de medicamentos que atuam no sistema nervoso medial e no sistema cardiovascular cria um cenário farmacológico de risco. Entre os possíveis efeitos estão sedação, letargia, tontura, lentificação psicomotora e hipotensão postural, fatores associados ao aumento do risco de quedas.
A corporação afirmou ainda que o ex-presidente recebe seguimento médico adequado na unidade prisional, onde cumpre pena desde 15 de janeiro. Com a peroração do laudo, a possibilidade de transferência para prisão domiciliar se torna mais distante no momento.
Sintoma sobre o laudo
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federalista, determinou que a resguardo de Jair Bolsonaro e a Procuradoria-Universal da República se manifestem, no prazo de até cinco dias, sobre o laudo médico elaborado pela Polícia Federalista. Ambas as partes poderão solicitar eventuais complementações.
No despacho, o ministro afirmou não ter urgência de manutenção do sigilo sobre a documentação apresentada pela PF.
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