Despesa com mídia impressa já supera em mais de 40% todo o valor do governo Bolsonaro
Desde que Luiz Inácio Lula da Silva reassumiu a Presidência da República, em janeiro de 2023, o governo federalista ampliou de forma significativa os gastos com publicidade institucional em revistas impressas. Dados da Secretaria de Informação Social (Secom) mostram que, até agora, já foram destinados R$ 10,3 milhões a esse tipo de mídia.
O valor representa um propagação significativo quando comparado ao governo anterior. Durante os quatro anos da gestão do ex-presidente Jair Bolsonaro, os gastos com anúncios em revistas somaram R$ 7,2 milhões. Ou seja, em pouco mais de três anos, a atual governo já superou em murado de 40% todo o montante desembolsado no período anterior.
Detalhamento dos gastos no governo Bolsonaro
Ao longo do procuração de Jair Bolsonaro, os repasses da Secom para revistas impressas ocorreram da seguinte forma: R$ 1,9 milhão em 2019, R$ 820 milénio em 2020, R$ 690 milénio em 2021 e R$ 3,8 milhões em 2022. Mesmo considerando os quatro anos completos de governo, o totalidade ficou inferior do que já foi hipotecado pela atual gestão petista.
Despesas sob Lula ano a ano
No governo Lula, os gastos com esse segmento de mídia foram mais concentrados logo no início do procuração. Em 2023, a Secom destinou R$ 5,2 milhões a anúncios em revistas. Em 2024, o valor recuou para R$ 3,8 milhões, zero que, isoladamente, já superava todo o gasto do governo Bolsonaro com esse tipo de publicidade.
Em 2025, mesmo com dados ainda parciais, os registros apontam R$ 1,3 milhão empenhados até o momento, elevando o totalidade amontoado para mais de R$ 10 milhões em exclusivamente três anos.
Governo Lula também lidera gastos em outros formatos
O aumento das despesas não se limita às revistas impressas. Em valores totais, o governo Lula também supera a gestão anterior nos investimentos em jornais impressos e veículos de notícia on-line.
Outrossim, a atual Secom registra gasto médio anual superior ao do governo Bolsonaro em outros quatro formatos de mídia: cinema, mídia exterior do dedo, rádio e televisão. A única exceção é a mídia exterior tradicional, segmento em que a governo anterior ainda lidera tanto em valor totalidade quanto em média anual.
Os números reacendem o debate sobre o uso de verba público em publicidade institucional e o propagação das despesas com notícia governamental sob a atual gestão.
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