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Libertação de presos políticos na Venezuela avança e números oficiais divergem
A ONG de direitos humanos Mesada Penal registrou que ao menos 375 pessoas consideradas presos políticos foram libertadas na Venezuela desde dezembro, com 104 solturas confirmadas neste domingo (25), segundo o presidente da entidade, Alfredo Romero, em post na plataforma X.
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O processo de libertação ocorre em um contexto de grande divergência sobre os números oficiais divulgados e falta de transparência do regime interino liderado por Delcy Rodríguez. Enquanto a organização contabiliza 375 solturas, o governo de Rodríguez afirma que 626 detidos foram libertados no mesmo período, sem fornecer listas ou cronogramas verificáveis.
Números discrepantes e privação de dados oficiais
A privação de uma contabilidade pública unificada torna difícil saber quantos presos políticos ainda permanecem encarcerados. ONGs e grupos de direitos humanos denunciam falta de transparência no processo, afirmando que centenas de opositores continuam detidos apesar das libertações recentes.
O cenário político pátrio mudou depois a conquista do ex‑presidente Nicolás Maduro por forças dos Estados Unidos, em uma operação que resultou na saída dele do poder e na subida de Rodríguez à presidência interina. Esse contexto tem sido usado por autoridades venezuelanas uma vez que justificativa para a liberação de presos, enquanto opositores e organizações independentes exigem listas oficiais de libertados e critérios claros para qualificar presos políticos.
Reação das famílias e demandas por transparência
Grupos de familiares de detidos têm se mantido em vigília nos periferia de unidades prisionais, esperando informações oficiais sobre a libertação de entes queridos. Essas famílias e organizações de direitos humanos pedem que o governo divulgue listas públicas e transparentes, a término de verificar efetivamente os casos anunciados.
Perfil de alguns libertados e ainda detidos
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Entre opositores recentemente libertados estão nomes uma vez que Rafael Tudares, genro de Edmundo González Urrutia; o ex‑candidato presidencial Enrique Márquez; a perito em assuntos militares Rocío San Miguel; e o jornalista Roland Carreño.
Organizações de direitos humanos também apontam que várias figuras políticas continuam detidas, incluindo Juan Pablo Guanipa, coligado da líder María Corina Machado; Javier Tarazona, impedido desde 2021 sob acusações de terrorismo e traição; e Freddy Superlano, recluso durante protestos em 2024.
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