Quem acompanhou as manifestações deste último domingo (25) somente pelo filtro da mídia tradicional viu o de sempre: “atos antidemocráticos”, “pouca adesão” ou “bolsonaristas radicais”. Mas quem esteve na Avenida Paulista, ou em Copacabana, sentiu um tanto dissemelhante no ar. Uma mudança de chave que passou despercebida aos analistas de gabinete, mas que deve tirar o sono de muita gente em Brasília.
O Silêncio Acabou
O pormenor que poucos perceberam não foi o tamanho da plebe — que, diga-se de passagem, ignorou o calor e as ameaças veladas de inquéritos para lotar as ruas. O verdadeiro fenômeno foi a especificidade dos protestos.
Ao contrário de atos passados, marcados por pautas genéricas de “liberdade”, o povo foi às ruas com nomes, endereços e números de processos.
Pela primeira vez, viu-se uma tamanho informada, discutindo detalhes técnicos de inquéritos que correm sob sigilo. Cartazes não pediam somente “Justiça”, mas exigiam explicações sobre o “Resort do Toffoli” e cobravam o curso da CPI do Delito Organizado. O povo sabia quem era o “Careca do INSS” e qual a relação dele com os cofres públicos.
A Conexão Internacional
Outro ponto que a grande mídia ignorou solenemente foi a quantidade de faixas em inglês e espanhol. O brasiliano percebeu que o jogo virou no tabuleiro internacional. A posse de Nasry Asfura em Honduras e o base explícito de Trump à novidade direita latino-americana injetaram um ânimo inédito. O sentimento na rua não era de desespero, mas de esperança estratégica.
“Eles acharam que nos venceriam pelo cansaço e pelo susto da prisão”, disse um manifestante que segurava uma placa citando o Item 5º. “Mas o susto mudou de lado.”
O post O que poucos perceberam na revelação do último domingo apareceu primeiro em Partido Brasil.
https://partidobrasiloficial.com.br/2026/01/28/65311/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=65311 / Nascente/Créditos -> Partido Brasil Solene









