Mato Grosso do Sul encerrou 2025 consolidado porquê um dos principais motores do agronegócio brasílio, posteriormente registrar avanços expressivos em produção, valor associado e fenda de mercados. Impulsionado por uma safra recorde de soja e milho, que somou murado de 28 milhões de toneladas, o estado apresentou desenvolvimento robusto e ampliou sua relevância no cenário pátrio, tanto pela graduação produtiva quanto pelo fortalecimento de cadeias estratégicas.
O desempenho do setor refletiu diretamente no Valor Bruto da Produção agropecuária, que avançou aproximadamente 18% no período, além de resultados positivos no campo sanitário e logístico. A combinação entre produtividade, investimentos em infraestrutura e diversificação da base produtiva reforçou a competitividade do estado e atraiu novas indústrias ligadas ao processamento de grãos, fibras e proteínas.
Esse movimento foi sustentado por uma atuação integrada entre entidades representativas e o poder público, com destaque para a pronunciação entre Famasul, Senar/MS, CNA, Governo de Mato Grosso do Sul e órgãos federais. A coordenação institucional contribuiu para avanços estruturais que fortaleceram as cadeias produtivas e ampliaram a inserção do agro sul-mato-grossense em mercados externos.
Na safra 2024/25, soja e milho apresentaram desenvolvimento significativo, com aumento superior a 30% em relação ao ciclo anterior, garantindo ao estado posição de destaque no ranking pátrio. O milho foi o principal vetor desse progressão, com recuperação significativa posteriormente a quebra registrada na temporada passada. A expansão das usinas de etanol de milho também teve papel médio nesse processo. Em 2025, a produção do biocombustível alcançou murado de 1,58 bilhão de litros, progressão próximo de 60%, ampliando a demanda por grãos e agregando valor à produção sítio.
Além das culturas tradicionais, outras cadeias ganharam força ao longo do ano. A citricultura avançou rapidamente, com áreas plantadas em expansão e projeções otimistas para os próximos ciclos. O mendubi manteve ritmo rápido, com desenvolvimento da extensão cultivada e aumento da produção. Já o setor de florestas plantadas seguiu em franca expansão, com a extensão de eucalipto ultrapassando 1,8 milhão de hectares, impulsionada pela perspectiva de novas vegetalidade industriais nos municípios de Inocência e Bataguassu.
O progressão produtivo veio escoltado da intensificação de práticas sustentáveis. Sistemas integrados de produção, rotação de culturas, manejo conservacionista do solo e estratégias de mitigação climática passaram a ocupar espaço médio no planejamento agrícola, alinhando o estado às exigências ambientais dos mercados internacionais.
Na pecuária, os resultados também foram positivos. O abate de bovinos registrou desenvolvimento e superou a marca de 4 milhões de cabeças, enquanto a suinocultura alcançou murado de 3,5 milhões de animais abatidos. A avicultura manteve firmeza, com ligeiro aumento no número de aves processadas. Esse desempenho contribuiu para que o Valor Bruto da Produção do agro estadual se aproximasse de R$ 84 bilhões, enquanto o PIB de Mato Grosso do Sul deve fechar o ano com desenvolvimento supra da média pátrio.
As exportações do agronegócio acompanharam esse ritmo. Entre janeiro e novembro, o faturamento extrínseco do setor avançou murado de 4%, alcançando US$ 9,2 bilhões. A celulose liderou as vendas, seguida pela soja em grãos e pela músculos bovina, que apresentou poderoso desenvolvimento e consolidou a presença do estado em mercados estratégicos.
No campo logístico, 2025 foi marcado por novos investimentos estruturantes. A retomada da licença da BR-163/MS, agora sob gestão da Motiva, prevê investimentos bilionários em duplicações, faixas adicionais e obras de segurança ao longo dos próximos anos. Outro projeto relevante é a Rota da Celulose, que envolve centenas de quilômetros de rodovias e procura conectar áreas produtivas aos corredores de exportação. A perspectiva de leilão da Hidrovia do Rio Paraguai em 2026 também representa progressão importante para a redução dos custos logísticos.
A citricultura ganhou impulso suplementar com políticas públicas específicas adotadas a partir de 2024 e aprofundadas em 2025. O estado estruturou um rigoroso sistema de controle fitossanitário para prevenir o greening, além de oferecer linhas de financiamento via FCO para implantação e manutenção de pomares, estimulando novos investimentos no setor.
No vista sanitário, o ano foi marcado por um reconhecimento histórico. Em maio, o Brasil recebeu da Organização Mundial de Saúde Bicho o status de extensão livre de febre aftosa sem vacinação. Mato Grosso do Sul teve participação relevante nesse processo, mantendo também elevados padrões em outras cadeias, porquê avicultura e suinocultura. Para Marcelo Bertoni, presidente da Famasul, o reconhecimento internacional fortalece a credibilidade da produção estadual e amplia o chegada a mercados mais exigentes.
Na extensão ambiental, a implementação do Programa de Pagamento por Serviços Ambientais no Bioma Pantanal representou um progressão relevante. A iniciativa passou a remunerar produtores pela conservação da vegetação nativa além das exigências legais, conciliando produção e preservação. Paralelamente, a promulgação da Lei do Pantanal trouxe maior segurança jurídica e valorizou práticas sustentáveis já adotadas há décadas na região.
Com resultados expressivos em produção, exportações, sustentabilidade e infraestrutura, Mato Grosso do Sul encerra 2025 com o agronegócio fortalecido e bases consolidadas para ampliar sua participação no desenvolvimento econômico pátrio nos próximos anos.
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