Antes da liquidação, banco do dedo apostou em celebridades para lucrar crédito e crescer entre as classes C e D
Ao longo de sua trajetória no mercado financeiro, o Will Bank construiu sua imagem apostando fortemente em celebridades populares. A estratégia buscava transmitir credibilidade, proximidade e inclusão financeira, principalmente para consumidores das classes C e D, público-alvo médio da instituição.
Liquidado nesta quarta-feira, 21, o banco do dedo investiu em nomes de grande apelo vernáculo, com poderoso presença na televisão e nas redes sociais, para se solidificar porquê uma escolha simples e alcançável no universo bancário.
Atletas, artistas e comunicadores nas campanhas
Entre os rostos mais recentes a surgir nas ações publicitárias do Will Bank esteve Vinícius Júnior, atacante do Real Madrid e da Seleção Brasileira. O jogador participou de campanhas voltadas a um público jovem e conectado.
Outro nome de grande destaque foi Luciano Huck, apresentador da TV Mundo, que estrelou peças institucionais do banco. Já o cantor João Gomes apareceu em campanhas direcionadas ao público jovem e popular, principalmente no Nordeste.
Influenciadores e flutuação porquê exposição
A lista de celebridades contratadas ao longo dos anos também incluiu o influenciador Whindersson Nunes, a cantora Simone Mendes, Pabllo Vittar, a ginasta olímpica Rebeca Andrade, a ex-BBB Thelma Assis e a atriz Maisa Silva.
Todos participaram de campanhas em um período de rápida expansão vernáculo do banco. As mensagens reforçavam conceitos porquê simplicidade, chegada facilitado ao crédito e ingresso no sistema financeiro do dedo para milhões de brasileiros.
As ações circularam intensamente na televisão, na internet e nas redes sociais, ajudando o Will Bank a ultrapassar a marca de 10 milhões de clientes em poucos anos.
Prolongamento depressa e relação com o Banco Master
Apesar da imagem popular, o banco enfrentava desafios estruturais nos bastidores. Fundado em 2017 por Felipe Félix, porquê uma evolução da emissora de cartões pag!, o Will ganhou graduação principalmente durante a pandemia. O incremento rápido aumentou a urgência de capital, controle de risco e supervisão regulatória.
Em 2024, o Banco Master adquiriu o controle totalidade da operação ao comprar a Will Holding Financeira, incorporando todas as empresas do grupo.
Liquidação decretada pelo Banco Meão
Nesta quarta-feira, 21, o Banco Meão (BC) decretou a liquidação do Will Bank, meses depois de ter adotado a mesma medida em relação ao Banco Master, em novembro do ano pretérito.
Mesmo depois a decisão, o banco do dedo continuou operando de forma temporária, sob um regime privativo de governo. O BC determinou que os ativos do Will sejam vendidos com supervisão direta do regulador, e os recursos obtidos servirão para o pagamento de credores.
Antes da liquidação, o Banco Master negociava a venda do Will Bank porquê segmento de um projecto para substanciar seu capital. O banco do dedo era um dos principais ativos colocados à mesa, mas a estratégia não avançou a tempo.
Veja também
Banco Meão
https://www.contrafatos.com.br/de-pabllo-vittar-a-luciano-huck-os-famosos-que-deram-rosto-ao-will-bank-antes-da-liquidacao-decretada-pelo-bc//Manancial/Créditos -> INFOMONEY






