Venezuelanos comemoram conquista de Nicolás Maduro por forças dos EUA
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A prisão do ditador Nicolás Maduro por forças especiais dos Estados Unidos, ocorrida na madrugada deste sábado (3), provocou uma vaga de comemorações entre venezuelanos exilados na Argentina e no Chile. O ato é considerado por muitos porquê o início da libertação da Venezuela posteriormente anos sob um regime dominador.
Em Buenos Aires, opositores se reuniram para festejar o que chamam de “princípio do termo de um pesadelo”. Elisa Trotta, secretária-geral do Fórum Prateado para a Resguardo da Democracia (FADD), destacou o momento porquê histórico.
— É um dia que esperávamos há muitos anos. A Venezuela está comemorando porque acreditamos que essa é a viradela decisiva para a liberdade — afirmou Trotta.
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Ela também manifestou esperança de que Edmundo González Urrutia, candidato opositor nas controversas eleições de 2024, possa assumir o poder com o escora de María Corina Machado e iniciar um processo de reinstitucionalização.
— Que ele possa finalmente retornar e assumir o incumbência que lhe foi usurpado, conduzindo a reconstrução das instituições — completou.
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A notícia teve poderoso impacto emocional na diáspora venezuelana. Lormys Rojas, presidente da Associação Social Laços de Liberdade, relatou à prelo lugar porquê sua família acompanhou a operação.
— Estávamos em uma videochamada, emocionados, acompanhando cada pormenor — disse.
Liset Luque, da organização Confederação pela Venezuela, declarou estar em estado de choque emocional ao ver o líder de um “sistema criminoso” sendo tomado.
No Chile, milhares vão às ruas festejar
Em Santiago, capital do Chile, milhares de venezuelanos saíram às ruas para festejar a prisão de Maduro. A concentração ocorreu no Parque Almagro e na região conhecida porquê Little Caracas, reduto da comunidade venezuelana.
Alfonso González, há oito anos no Chile, expressou o refrigério coletivo:
— Depois de tantos anos de ditadura, era hora de prenderem essa ratazana. A Venezuela está livre! Vamos reencontrar nossos familiares!
Ao lado dele, Betania Pérez segurava a bandeira da Venezuela com lágrimas nos olhos:
— Zero é perceptível ainda, mas isso já é uma vitória. Pedimos a Deus por esse momento.
Outra mulher, que preferiu não se identificar, agradeceu ao Chile por amparar os refugiados:
— Estou há oito anos longe de vivenda. Só Deus sabe o que passamos. Hoje, sentimos esperança.
Segundo o Instituto Vernáculo de Estatísticas do Chile (INE), murado de 730 milénio venezuelanos vivem no país, sendo a maior comunidade migrante.
Génesis, jovem exilada há dez anos, disse sonhar com o retorno:
— Só penso em reencontrar meu país, minha cultura e minha gente.
Mendoza, com as cores da bandeira no rosto, agradeceu aos países que acolheram os mais de 8 milhões de venezuelanos que deixaram o país.
— Fomos forçados a trespassar, mas também contribuímos com os locais que nos receberam — destacou.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, confirmou a conquista de Nicolás Maduro e de sua esposa, Cilia Flores, em uma operação conduzida em Caracas. Ambos foram levados para Novidade Iorque e estão sob custódia das autoridades americanas.
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