Por muitos anos, Lucas Pit viveu uma rotina que misturava trabalho intenso, impaciência elevada e consumo quotidiano de álcool. Outrossim, ele admite que ignorou por muito tempo os sinais de desgaste físico e emocional que se acumulavam.
Ele conta que acordava, tomava moca possante, trabalhava sob pressão e encerrava o dia bebendo sozinho, repetindo esse ciclo sem folga. Uma vez que consequência, a combinação de estresse emocional, excesso de estímulos e falta de sono criou um envolvente em que o corpo operava além do suportável. “Meu corpo já tava dando sinais de que quando eu bebia já não descia tão muito. Falei: ‘Meu, chega dessa porra’”, afirma.
No incidente 2 da 4ª temporada do programa Planta Mental, no meio GainCast, Pit detalhou os anos em que acreditava que controlar o álcool era simples, até que a obediência se tornou mais possante do que sua própria percepção. Nesse período, ele lembra que tentava lastrar impaciência com moca e álcool, criando uma lesma que agravava sua saúde mental e física. “Minha vida era moca, álcool, farra e trabalho”, observa.
O colapso: queda, convulsão e UTI
A viradela aconteceu em uma segunda-feira geral, quando decidiu que não beberia naquele dia. No entanto, o corpo reagiu de forma violenta à dieta repentina. Saindo de morada, sentiu o campo de visão fechar, tentou buscar ajuda no mercadinho do prédio e desabou no soalho. “Dei três passos, caí, fiquei convulsionando, tive um ataque epilético durante uns 5 minutos”, relata.
O impacto deslocou completamente seu ombro, exigindo cirurgia, internação e uso de medicamentos para moderar a abstinção. Foram sete dias na UTI e quase um mês inteiro hospitalizado. Durante todo esse período, ele se viu dependente de cuidados básicos, um pouco impensável meses antes.
Nesse período, dependia da ajuda dos pais até para ações básicas do dia a dia. Segundo ele, essa obediência o marcou profundamente. “Meu pai tinha que me dar banho, porque esse meu lado esquerdo cá… foi uma cirurgia muito complexa e deixou uma marca não só física, mas emocional”, explica.
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Restauração e o processo vexativo
Depois a subida hospitalar, Pit deixou o apartamento e decidiu morar temporariamente com os pais para se alongar totalmente do álcool.
Embora fosse necessário, ele afirma que foi um dos momentos mais difíceis de sua vida adulta, não exclusivamente pela limitação física, mas pelo golpe no ego. “Fiquei um tempo na morada dos meus pais porque eu não conseguia me controlar com uma substância. Eu falei: ‘Foda-se, eu preciso estar num envolvente em que o álcool não é conseguível’”, conclui.
Durante a reparação, passou por fisioterapia, séquito psiquiátrico e um trabalho rigoroso de reconstrução emocional. Outrossim, ele ainda segue tratamento com medicamentos para controlar impaciência e evitar recaídas. O processo exigiu ratificação, disciplina e humildade — três elementos que ele admite ter negligenciado por anos.
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Medir para controlar: o método que salvou sua sobriedade
Para evitar que o pretérito se repita, Pit desenvolveu um sistema rígido de autocontrole fundamentado em limites inegociáveis. Ele não bebe mais dentro de morada e estabeleceu uma regra concreta para eventos sociais: a quantidade máxima permitida cabe em um pequeno cantil de bolso. “Cá cabem três doses e é isso que eu tenho para hoje. Não tem exceção, porque se você abre uma exceção dá bosta”, explica.
O princípio por trás desse método veio de uma frase dita por seu pai quando completou 18 anos — frase que passou anos ignorando até o colapso intercorrer. “Meu pai falou: ‘Você só consegue melhorar aquilo que você consegue medir’”, observa.
Dessa forma, medir se tornou o mecanismo que o manteve sóbrio, funcional e emocionalmente seguro em seguida o traumatismo.
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A mudança definitiva: ser um pai presente exige sobriedade
Se a reparação mudou sua vida, foi a relação com o rebento que redefiniu suas prioridades. Pit conta que um incidente simples, no supermercado, marcou profundamente seu processo de consciência: ao passar pela sessão de bebidas, seu rebento apontou para as garrafas uma vez que se fossem associadas à figura do pai. Imediatamente, aquilo o atingiu uma vez que um sinal de alerta. “Ele apontou: ‘Papai, papai’. Falei: ‘Tá incorrecto isso cá, velho’”, relata.
Desde portanto, estabeleceu uma regra inquebrável: quando está com o rebento, o álcool simplesmente não existe. Para ele, a paciência necessária para educar uma garoto não pode coexistir com substâncias que alteram humor, robustez ou transparência mental. O compromisso não é exclusivamente moral — é um pacto de reconstrução familiar. “Eu prometi para mim mesmo que enquanto eu tiver com meu rebento, não existe álcool, zero álcool”, conclui.
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