AGU sabia de indícios contra sindicato de irmão de Lula, mas Jorge Messias excluiu entidade de pedido de bloqueio bilionário
A Advocacia-Universal da União (AGU), sob comando de Jorge Messias, ignorou um alerta interno que apontava o sindicato liderado por Frei Chico, irmão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, porquê um dos principais envolvidos em descontos indevidos em aposentadorias via INSS.
O documento, elaborado por uma equipe da própria AGU no Sul do país, listava nove entidades com possante aumento de ações judiciais por descontos não autorizados. Entre elas, o Sindicato Vernáculo dos Aposentados da Força Sindical (Sindnapi), dos quais vice-presidente é Frei Chico. A AGU, no entanto, não incluiu o Sindnapi nem outras cinco entidades citadas no relatório na ação que pediu o bloqueio de R$ 2,5 bilhões em bens.
Alerta ignorado por Jorge Messias
O relatório da AGU, de abril de 2024, recomendava o cancelamento de convênios com o INSS caso as irregularidades fossem comprovadas. O material foi guiado à cúpula da AGU e chegou às mãos do próprio ministro Jorge Messias em setembro de 2024. Mesmo assim, ao ajuizar a ação em maio de 2025, ele ignorou as recomendações e excluiu seis das nove entidades listadas, entre elas o sindicato ligado ao irmão do presidente.
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A medida judicial foi apresentada depois a primeira período da Operação Sem Desconto, da Polícia Federalista, que mirou fraudes contra aposentados. A justificativa da AGU foi de que o relatório regional não reunia provas suficientes para uma ação judicial.
Ligações com o governo e omissões estratégicas
O Sindnapi e a Contag, entidades com fortes vínculos com o governo e partidos da base aliada porquê PT e PCdoB, foram citadas em relatórios, mas poupadas da primeira ação judicial. A Contag, inclusive, lidera o ranking de arrecadação com R$ 3,4 bilhões em descontos associativos desde 2016. Já o Sindnapi movimentou R$ 1,2 bilhão de 2019 a junho de 2025.
Apesar do mapeamento da AGU indicar indícios de fraudes e sugerir medidas administrativas, a cúpula da instituição alegou que as informações não justificavam ações imediatas. Disse ainda que suas atribuições são consultivas, e que o material foi repassado ao INSS e ao Judiciário para “eventuais providências”.
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Documento detalhava suspeitas e orientava medidas
A investigação interna partiu de uma correição feita com 63 procuradores da 4ª Região. Os dados mostravam incremento irregular de ações contra sindicatos e associações de aposentados. O relatório destacava que as irregularidades deveriam levar ao cancelamento de convênios com o INSS, porquê já havia ocorrido em 2019 com outras quatro entidades.
Mesmo com essas informações, a AGU sustentou que não havia base suficiente para atuação judicial contra todas as entidades listadas e focou nos alvos indicados pela Polícia Federalista e CGU porquê organizações de frontaria e envolvidas em devassidão.
Pressão e blindagem institucional
Messias, nome possante para o Supremo Tribunal Federalista (STF), tem evitado confrontos diretos com entidades ligadas ao governo. Sua postura, neste caso, levanta suspeitas de blindagem institucional. Enquanto procuradores do Sul alertavam para fraudes e cobravam medidas urgentes, o ministro seguiu com ações seletivas.
A AGU, por termo, alegou que o objetivo do relatório era administrativo, não investigativo. Ainda assim, reconheceu que as informações levaram à fenda de processos e reuniões com o INSS para tratar da suposta prática de “advocacia predatória” e fraudes contra aposentados.
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