O governo federalista desembolsou R$ 345.013,56 para transportar ao Brasil a ex-primeira-dama peruana Nadine Heredia, condenada por lavagem de moeda em investigação ligada ao governo da Venezuela e à construtora Novonor (antiga Odebrecht). O traslado foi realizado pela Força Aérea Brasileira (FAB) em 16 de abril de 2025 e passou a gerar potente objecção política em seguida a divulgação solene dos custos.
As informações constam de documento enviado pela FAB em resposta a um requerimento apresentado pelo deputado Marcel Van Hattem (Novo-RS), que pediu esclarecimentos sobre as circunstâncias e os gastos envolvidos na operação. Heredia, esposa do ex-presidente peruviano Ollanta Humala, recebeu asilo diplomático do governo brasílio e, no início de novembro, pediu ao Supremo Tribunal Federalista (STF) a suspensão de qualquer pedido de extradição.
Detalhamento dos gastos
Segundo o relatório da FAB, o valor totalidade de R$ 345.013,56 foi distribuído da seguinte forma:
R$ 318.009,20 — custos logísticos
R$ 7.547,62 — diárias para tripulantes
R$ 19.456,74 — taxas aeroportuárias (handling)
O documento também informa que não houve estimativa prévia de custos para a missão.
Trajeto da aeroplano
A FAB descreveu o trajectória da aeroplano empregada no traslado:
“A aeroplano decolou de Brasília às 22h45min do dia 15 de abril de 2025, efetuou um pouso técnico em Cuiabá e prosseguiu para o Aeroporto Internacional Jorge Chávez, na cidade de Lima. Pousou em Lima às 2h45min (horário lugar). Decolou da cidade às 4h20min (lugar), efetuou um pouso técnico em Cuiabá e pousou em Brasília às 11h40min do dia 16 de abril de 2025.”
Repercussão política
A divulgação dos custos provocou reação imediata no Congresso. Van Hattem criticou o gasto e responsabilizou o presidente:
“Gastaram R$ 345 milénio do moeda do povo para usar um FAB uma vez que Uber para buscar uma corrupta condenada no Peru e a ordem partiu diretamente do presidente Lula”, afirmou o deputado.
O governo federalista não se manifestou publicamente sobre o texto das críticas até o momento.
Contexto do caso
Nadine Heredia foi condenada por lavagem de moeda em um caso relacionado a operações financeiras ilícitas envolvendo repasses ligados à Odebrecht e à Venezuela. Desde que recebeu asilo diplomático, sua permanência no Brasil depende de decisões futuras do STF sobre eventuais pedidos de extradição. A investigação que motivou sua pena continua tramitando no Peru.
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