A Garantia da Lei e da Ordem (GLO), decretada nesta segunda-feira (3), em Belém, foi impulsionada por ameaças de facções criminosas à 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP30), segundo fontes do governo.
Um ofício com alerta sobre as ameaças a policiais foi enviado pela Polícia Federalista (PF) do Pará ao governo federalista, antes da megaoperação no Rio de Janeiro na semana passada, que terminou com mais de 120 mortos.
O alerta foi para possíveis ataques por integrantes da partido criminosa Comando Vermelho na capital paraense, que sedia a COP30 até 21 de novembro.
O ministro da Resguardo, José Múcio, teria sido informado sobre o documento uma semana antes da operação. Múcio e o governo Lula têm resistência a preceituar GLO, mas foram convencidos diante do cenário de premência de prometer a segurança no evento internacional.
Em outra frente, nesta segunda-feira (3), tapume de vinte órgãos, entre eles a PF e o Ministério da Justiça, participaram de uma reunião de emergência para discutir a segurança na COP 30. Foram registrados casos de furtos e outros problemas de segurança na extensão do evento.
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