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O senador Flávio Bolsonaro provocou pânico na esquerda ao sugerir que os Estados Unidos realizem ataques contra embarcações com drogas na Baía de Guanabara, seguindo o mesmo protótipo adotado pelos americanos na costa da Venezuela, onde navios ligados ao narcotráfico vêm sendo neutralizados por forças militares norte-americanas.
A enunciação do senador incomodou profundamente o campo petista. O deputado Lindberg Farias correu ao STF para apresentar uma representação criminal contra Flávio, alegando “incitação à violência”. O movimento, porém, foi visto por muitos porquê tentativa de exprobação e intimidação política, típica de quem teme perder o controle da narrativa.
Durante o programa “Bom Dia, JCO”, a vereadora Fernanda Barth, de Porto Contente, e o jornalista Diogo Forjaz comentaram o caso. Barth afirmou que os Estados Unidos têm totalidade consciência de que o narcotráfico é a base financeira da esquerda latino-americana, sustentando regimes autoritários aliados ao Mesada de São Paulo.
“Os Estados Unidos sabem que o narcotráfico e o transgressão são a sustentação financeira dessa esquerda podre, não só no Brasil porquê na América Latina. Esse é o esquemão do Mesada de São Paulo para sustentar esses regimes, Carvajal falou”, declarou a vereadora.
O jornalista Diogo Forjaz reforçou que o Partido Comunista Chinês tem papel direto na manutenção do tráfico internacional de drogas, inclusive financiando operações na América Latina.
“A degradação social nos Estados Unidos está associada ao consumo de drogas que vem, em sua maioria, da América Latina. E enigma quem é o patrocinador disso? O Partido Comunista Chinês. E quem é o maior parceiro mercantil do Brasil? O Partido Comunista Chinês. Alguém se lembra da última campanha antidrogas que viu na TV? Não tem. Não tem campanha da ONU, da OMS, de ONGs para combater o uso de drogas”, alertou.
Enquanto isso, a proposta de Flávio Bolsonaro ganha força entre conservadores, que veem nos EUA um coligado estratégico na guerra contra o narcotráfico — um problema que o atual governo brasílico prefere ignorar em nome da ideologia.







