A Prefeitura do Rio iniciou a instalação de um novo sistema de supercâmeras inteligentes — posicionadas em vias e nas entradas da cidade em pórticos — com capacidade de identificar até três milénio situações simultâneas em segundos. A medida faz segmento da expansão do Meio de Lucidez, Vigilância e Tecnologia em Suporte à Segurança Pública (Civitas), que desde junho de 2024 já ajudou a solucionar 2.800 inquéritos e gerar 160 milénio alertas em tempo real para as forças de segurança.
Segundo o prefeito Eduardo Paes, a tecnologia marca uma viradela na vigilância pública da cidade. As câmeras estão ainda em período de teste e devem debutar a operar a partir do primeiro semestre do ano que vem. Até dezembro, três milénio unidades serão instaladas em vias do município. A meta é chegar em 15 milénio supercâmeras até 2028.
— Lamento pelas pessoas que cometem irregularidades e crimes, mas a vida de vocês vai virar um inferno — afirmou, ao comentar a implementação das novas câmeras, que devem integrar o Meio de Operações Rio (COR).
O sistema, descrito porquê o maior parque tecnológico de monitoramento do país, utiliza lucidez sintético para explorar imagens em tempo real. Segundo a prefeitura, enquanto um operador humano consegue perceber simultaneamente até três irregularidades — porquê um veículo em subida velocidade, uma moto sobre a passeio ou um coche na contramão —, a novidade tecnologia é capaz de identificar milhares de ocorrências em questão de segundos, mesmo sem a urgência de um observador monitorando as imagens.
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— Essa é uma força de instrumento para facilitar as forças de segurança. A estudo em tempo real é uma novidade e permite uma atuação mais desembaraçado. Essas câmaras já estão sendo instaladas pela prefeitura. Vai ser difícil um carioca entrar em uma grande via da cidade sem que ele esteja sendo observado por uma dessas câmeras — destacou o prefeito.
Atualmente, o COR possui 5 milénio câmeras. Antes da geração do Civitas, em 2024, eram 4.200, mas faltava mão de obra para observá-las de forma contínua.
Buscas biométricas e rastreamento inteligente
A tecnologia também poderá ser usada para buscas investigativas e criminais. Com base nas imagens captadas, o sistema consegue rastrear veículos ou pessoas a partir de características visuais, porquê a cor da roupa ou um secundário específico. Aliás, é verosímil, ainda de negócio com a prefeitura, realizar buscas biométricas com base em bancos de dados oficiais, identificando se determinada pessoa passou por uma superfície monitorada.
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— O sistema consegue levantar a movimentação de um veículo suspeito. Num primeiro momento, temos exclusivamente as características, mas a partir disso conseguimos rastrear e localizar — explicou o encarregado executivo da Civitas, Davi Carreiro.
‘Babá malvada’ e punições a infrações urbanas
O prefeito ressaltou que a tecnologia não servirá exclusivamente ao combate à criminalidade, mas também à fiscalização urbana.
— Você que joga entulho, que anda de moto na passeio ou dirige na contramão: nós vamos estar de olho em vocês. Esse parque tecnológico vai permitir que a “babá malvada” funcione, identifique e puna — afirmou.
Todo o tórax do Civitas, de negócio com o prefeito, é operado por funcionários públicos, com garantia de sigilo e segurança de dados. A plataforma só atuará mediante pedidos oficiais das forças de segurança.
Além das supercâmeras, a prefeitura também começará a instalar pórticos e superpórticos digitais — estruturas que farão leitura de placas e características de veículos em todas as entradas e saídas do Rio.
Os 16 primeiros pórticos devem ser instalados até março de 2026, e o projecto é chegar a 56 unidades em 24 meses, criando o que a prefeitura chamou de “fronteira do dedo”.
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O investimento no projeto é de muro de R$ 180 milhões adicionais por ano, viabilizado por meio da parceria público-privada Smart Luz.
— O que buscamos é empregar a lucidez sintético na leitura das imagens para observar fenômenos comuns à dinâmica de crimes. E isso pode ser ajustado conforme as características de cada região — detalhou Carreiro.
As novas câmeras estão atualmente em período de testes e devem ter implementação plena no primeiro semestre de 2026.
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Brasil,Eduardo Paes,Hard News,Rio de Janeiro
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