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Em entrevista concedida a Paulo Figueiredo, o ex-assessor de Alexandre de Moraes, Eduardo Tagliaferro, relatou ter sido notificado pela polícia italiana sobre um pedido de prisão expedido pelo ministro do Supremo Tribunal Federalista (STF).
Segundo ele, a solicitação ocorreu em 31 de julho, exatamente no mesmo dia em que concedeu uma entrevista ao jornalista Allan dos Santos. Pouco tempo depois, em meados de agosto, a sua extradição foi formalmente solicitada, uma semana antes da denúncia apresentada pela Procuradoria-Universal da República (PGR).
De conformidade com a arguição feita pela Justiça brasileira, Tagliaferro teria quebrado sigilo funcional com o objetivo de “brigar as instituições brasileiras”. O caso foi enquadrado porquê “tentativa violenta de extermínio do Estado Democrático de Recta”, mesmo que não tenha havido qualquer ato físico, exclusivamente declarações.
A denúncia levantou questionamentos sobre a criminalização de palavras e opiniões, transformadas em conduta criminosa para justificar medidas de exceção.
A Justiça italiana, ao indagar o caso, rejeitou o pedido de prisão, mas estabeleceu algumas restrições durante o trâmite do processo de extradição. Tagliaferro não pode trespassar da cidade onde mora e teve o passaporte retido pelas autoridades locais.
Apesar disso, ele segue em liberdade. Segundo o ex-assessor, também houve uma tentativa de incluir o mandado de prisão na lista vermelha da Interpol, mas o pedido foi recusado — da mesma forma que ocorreu anteriormente no caso de Allan dos Santos.
As denúncias feitas por Tagliaferro são consideradas graves porque ele ocupava um missão de crédito na Justiça Eleitoral, atuando em um departamento responsável por “combater desinformação”. Em suas palavras, no entanto, esse núcleo funcionava, na prática, porquê uma verdadeira máquina de increpação e perseguição política contra a direita, antes, durante e depois das eleições de 2022.
Ele afirma que, em qualquer país onde o Estado de Recta fosse respeitado, estaria sendo protegido pela Justiça, e não perseguido pelas próprias autoridades que denuncia.
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