O ministro da Herdade, Fernando Haddad, disse que a equipe econômica procura o meio da meta fiscal. O ministro foi questionado sobre o alerta feito pelo Tribunal de Contas da União (TCU), que voltou a mostrar que a adoção do limite subordinado do pausa de tolerância para o resultado primitivo anual, em substituição ao meio da meta, é incompatível com a Lei de Responsabilidade Fiscal.
“A dimensão técnica do TCU entendeu uma coisa que é muito próxima do que a gente Ministério da Herdade entende que diz a lei e muito próxima do que o Congresso entende que diz a lei, que é o traje de que o Orçamento tem que ser executado”, disse o ministro.
Ele afirmou que o governo tentou introduzir uma norma dizendo que poderia buscar um resultado fiscal melhor, mas o próprio Congresso rejeitou essa norma. “Eu penso que precisa possuir um justificação em relação à decisão do Congresso”, prosseguiu.
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“Independentemente do que diz a norma, nós estamos buscando o meio da meta, isso aí não tem dúvidas”, completou.
Haddad disse que ele e sua equipe estão “muito próximos” do que a dimensão técnica da Namoro de Contas entende porquê correto. “Eu não sei se o TCU está atilado para a decisão que o Congresso tomou quando nós tentamos mudar na direção do que o TCU está reivindicando. Nós tentamos fazer essa mudança e o Congresso rejeitou.”
Governo não fez contingenciamento
No início da semana, ao apresentar o relatório de avaliação de receitas e despesas primárias do 4º bimestre, a equipe econômica informou que não foi feito contingenciamento de despesas no Orçamento de 2025, uma vez que o déficit estimado para o ano, de R$ 30,2 bilhões, é menor que o limite subordinado da meta (déficit de R$ 31 bilhões).
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O entendimento apresentado foi o de que, quando se está no limite da margem, não é verosímil adotar medidas adicionais de contingenciamento.
Ainda assim, o governo manteve o bloqueio – o totalidade de gastos bloqueados para executar o limite de desenvolvimento das despesas do busto fiscal passou de R$ 10,7 bilhões no relatório anterior para R$ 12,1 bilhões nesta edição, representando a totalidade dos recursos congelados.
A fiscalização da Namoro de Contas argumenta que há riscos ao mirar o piso da meta fiscal na avaliação bimestral feita para verificar se as receitas e despesas projetadas para o ano estão de convénio para o alcance da meta.
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Questionado se está optimista de que essa posição do TCU não vai gerar porquê consequência a premência de ajuste suplementar levante ano, ele respondeu: “Acredito que nós vamos esclarecer, inclusive, qual a estratégia que nós estamos usando para buscar o melhor resultado verosímil”. Ele finalizou dizendo que trata-se da mesma estratégia usada em 2024, quando o governo cumpriu a meta dentro do limite subordinado da margem.
Herdade e Planejamento
Os Ministérios da Herdade e do Planejamento e Orçamento divulgaram uma nota conjunta sobre o alerta feito pelo Tribunal de Contas da União (TCU), que voltou a mostrar que a adoção do limite subordinado do pausa de tolerância para o resultado primitivo anual, em substituição ao meio da meta, é incompatível com a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF).
A fiscalização da Namoro de Contas argumentou que há riscos ao mirar o piso da meta fiscal na avaliação bimestral feita para verificar se as receitas e despesas projetadas para o ano estão de convénio para o alcance da meta.
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Para o Tribunal, há obstáculo a um “espírito preventivo”. Ou seja, o contingenciamento de recursos precisa ser referenciado no meio da meta, de convénio com a epílogo da Namoro de Contas.
Notificação
As Pastas ressaltaram que ainda não houve notificação solene e disseram desconhecer o inteiro texto da decisão do TCU, mas disseram que o governo federalista “reafirma seu compromisso com a meio da política fiscal pautada no atendimento da meta de resultado primitivo”.
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“Os ministérios esclarecem que o contingenciamento é instrumento utilizado, nos termos da LRF e do Regime Fiscal Sustentável, quando houver risco de descumprimento da meta que, segundo a LC 200/2023, é uma meta em margem e não em ponto”, sustentaram. “Assim, a meta de primitivo é descumprida quando o resultado primitivo não inferir o limite subordinado da margem. Trata-se, portanto, de mecanismo jurídico obrigatório e vinculado, aplicado ao orçamento de todos os Poderes”, prosseguiram.
PEC 45
As Pastas chefiadas pelos ministros Fernando Haddad e Simone Tebet resgataram uma proposta feita pelo Poder Executivo na PEC 45, de 2024 (do incisão de gastos), que permitia ao governo maior flexibilidade à realização orçamentária para substanciar o cumprimento das metas fiscais. “Cabe rememorar que foi rejeitada pelo Congresso Vernáculo a diferença constitucional proposta pelo Poder Executivo.”
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Herdade e MPO ainda disseram que, ao longo dos últimos exercícios, o governo adotou “várias medidas” voltadas à sustentabilidade das contas públicas, porquê a aprovação e o fortalecimento do busto fiscal, a gestão e recuperação das receitas e a revisão e qualificação dos gastos públicos.
Compromisso
Por termo, segundo os ministérios, o compromisso fiscal do governo é reforçado pelo traje de o resultado primitivo de 2024 ter sido um déficit de R$ 11 bilhões, “mais próximo do meio da meta que do limite subordinado permitido pela LC 200/23, que era um déficit de R$ 28,8 bilhões”.
Mais cedo, pouco antes da divulgação da nota, o ministro Fernando Haddad defendeu que seja feito um justificação em relação à decisão do Congresso.
“Eu não sei se o TCU está atilado para a decisão que o Congresso tomou quando nós tentamos mudar na direção do que o TCU está reivindicando. Nós tentamos fazer essa mudança e o Congresso rejeitou.” Ele adicionou que os integrantes de sua equipe estão “muito próximos” do que a dimensão técnica da Namoro de Contas entende porquê correto.
O titular da Herdade também disse que, “independentemente do que diz a norma, nós estamos buscando o meio da meta”.
Governo manteve bloqueio de despesas
Atualmente, o déficit estimado para 2025 é de R$ 30,2 bilhões. Por ocasião do relatório de avaliação de receitas e despesas primárias do 4º bimestre, apresentado na última segunda-feira, 22, o governo entendeu que, porquê o déficit projetado é menor que o limite subordinado da meta (déficit de R$ 31 bilhões), não era necessário contingenciar despesas.
Por outro lado, governo manteve o bloqueio para executar o limite de desenvolvimento das despesas do busto fiscal, que passou de R$ 10,7 bilhões no relatório anterior para R$ 12,1 bilhões nesta edição, representando a totalidade dos recursos congelados.
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