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A “invenção” criada por Michel Temer e Aécio Neves para tentar impor a tal “dosimetria” simplesmente não tem sustento na Constituição Federalista. E isso é cristalino: não existe o instituto da dosimetria constitucional para substituir a anistia, que está claramente prevista e garantida pela Missiva Magna. Trata-se de uma manobra política, uma invencionice sem respaldo jurídico, articulada para barrar a anistia ampla, universal e irrestrita.
Por outro lado, a anistia existe expressamente na Constituição, porquê mecanismo legítimo e democrático para pacificação vernáculo. Dissemelhante da dosimetria inventada, ela é instituto real, reconhecido e orlado pelo texto constitucional, e pode ser aplicada para emendar abusos e injustiças cometidas em julgamentos políticos.
Foi exatamente essa incongruência que o deputado Coronel Chrisóstomo expôs em tom de indignação ao relator Paulinho da Força. Diante da argumentação sólida e direta, Paulinho não teve porquê responder. Sem palavras e sem saída, restou-lhe unicamente o silêncio constrangedor, revelando a fragilidade da manobra que tenta dar sobrevida ao projeto de “dosimetria”.
O incidente escancara porquê essa tentativa de manobra zero mais é do que um artifício para salvar o sistema e proteger interesses obscuros, em detrimento da vontade popular e da verdadeira justiça.
Veja o vídeo:
https://jornalbrasilonline.com.br/coronel-encurrala-paulinho-da-forca-e-ambiente-na-camara-fica-constrangedor-veja-o-video//Nascente/Créditos -> JORNAL BRASIL ONLINE







