O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, prestou homenagem a Charlie Kirk durante funeral, neste domingo, 21. O ativista conservador foi morto em 10 de setembro, enquanto discursava na Universidade de Utah Valley. O presidente classificou o ataque uma vez que um ato de violência brutal e disse que o país perdeu uma de suas maiores lideranças jovens.
“Naquele dia terrível, 10 de setembro de 2025, nosso maior evangelista da liberdade americana tornou-se imortal”, afirmou o republicano. “Ele é um padrão agora para a liberdade americana.”
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Trump lembrou a trajetória do fundador da organização Turning Point USA e disse que ele foi vítima por tutelar suas convicções. “Charles James Kirk foi horrivelmente assassinado por um monstro radicalizado e de sangue insensível por proferir a verdade que estava em seu coração”, declarou. “Ele foi violentamente morto porque falou pela liberdade e justiça, por Deus, pelo país, pela razão. E pelo bom tino deles.”
O presidente também descreveu Kirk uma vez que um “gigante de sua geração” e ressaltou o impacto de sua mensagem. “Ele viveu valentemente, viveu ousadamente e argumentou brilhantemente sem pedir desculpas”, continuou. “Ele fez o que era visível para nossa região.”
Além de Trump, o vice-presidente dos EUA, J.D. Vance, também discursou no memorial, além de membro do cumeeira escalão de seu governo.
‘Nenhum de nós esquecerá Charlie Kirk’, disse Trump
O presidente norte-americano acrescentou: “Sei que falo por todos cá hoje quando digo que nenhum de nós não esquecerá Charlie Kirk, e a história também não esquecerá.”
Trump se dirigiu à viúva do ativista e disse que o país compartilha da dor da perda. “Compartilhamos sua imensa e avassaladora tristeza e prometemos que faremos tudo o que pudermos para prometer que seus filhos cresçam em uma terreno onde seu pai seja honrado e venerado uma vez que um grande herói americano”, continuou. “É isso que ele é.”
O presidente ressaltou que Kirk dedicou sua vida à razão conservadora. “Em seu primeiro ano fora do ensino médio, Charlie viajou 300 dias arrecadando verba e levando sua mensagem a campi em todo o país”, contou.
“Ele morava no porão de seus pais. Por cinco anos, se recusou a receber um salário”, relatou Trump. “Trabalhava das 5 da manhã às 11 da noite, sempre. Sua equipe se lembra que ele usava jeans do Walmart e camisetas do Goodwill. Mas Charlie não estava nisso por verba, de forma alguma. Ele sempre esteve na missão. Uma vez que gostava de proferir, mesmo naquela era: temos um país para salvar.”
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O presidente afirmou ainda que Kirk tinha papel medial na resguardo de minorias conservadoras. “Foi Charlie quem primeiro começou a organizar jovens conservadores negros famintos por espeque e liderança”, disse o presidente. “Foi ele quem defendeu cristãos e judeus perseguidos em campi universitários e quem ajudou a enfrentar a exprobação online.”
Medalha Presidencial da Liberdade
Trump anunciou que concederá postumamente a Kirk a Medalha Presidencial da Liberdade, a mais subida honraria social dos Estados Unidos. “Faremos a cerimônia em nossa linda Morada Branca, em uma Washington, D.C. muito segura, um lugar que Charlie realmente reverenciava”, disse.
O presidente encerrou sua homenagem lembrando a devoção religiosa de Kirk. “Mais importante do que política e serviço foi a escolha que ele fez na quinta série, que ele chamou de decisão mais importante de sua vida: tornar-se cristão e seguidor de seu salvador, Jesus Cristo.”
Trump declarou que o legado do ativista deve servir de exemplo às próximas gerações. “Charlie Kirk amava a América com tudo o que tinha”, disse. “E uma vez que podemos ver tão claramente hoje, a América amava Charlie Kirk.”
Ao final do exposição, ele chamou a viúva de Charlie, Erika Kirk, e a abraçou.
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