O mercado de emissão bancária, dentro da plataforma da XP, oferece nesta segunda-feira (15), CDBs com taxas prefixadas de até 14,650% ao ano com vencimento em 12 meses, enquanto títulos de inflação estão pagando até IPCA+8,750% e os pós-fixados até 98,5% do CDI.
LCAs contam com taxas prefixadas de até 12,010% para vencimento em 12 meses, os títulos de inflação contam com rentabilidade de IPCA até +7,150% e pós-fixados de até 88% do CDI.
As LCIs prefixadas remuneram até 11,680%, em vencimentos de 12 meses, enquanto as atreladas à inflação pagam até IPCA+ 6,990% e as pós-fixadas até 90% do CDI posteriormente 1 ano.
Renda Fixa Hoje: confira algumas opções de investimento em renda fixa bancária oferecidas pela XP
LCD BNDES
Taxa: 92% do CDI
Vencimento: julho/2032
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LCA RABOBANK
Taxa: 92% do CDI
Vencimento: julho/2029
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CDB OURIBANK
Taxa: 105% do CDI
Vencimento: setembro/2031
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*As ofertas na plataforma da XP são limitadas à capacidade disponível do resultado nesta segunda-feira (12)
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Os juros futuros fecharam em subida nesta sexta-feira (12), acompanhando o movimento de recuperação dos rendimentos dos Treasuries no exterior. Posteriormente a potente queda da véspera, em função de dados mais fracos do mercado de trabalho nos Estados Unidos, os títulos americanos voltaram a subir, sustentando os DIs no Brasil.
No término da tarde, a taxa do DI para janeiro de 2027 estava em 14,03%, progressão de 2 pontos-base, enquanto o DI para janeiro de 2028 subiu para 13,315%. Entre os contratos longos, o DI para janeiro de 2031 terminou a 13,45% (+4 pontos-base) e o DI para janeiro de 2035 encerrou em 13,59%, também em subida.
Apesar do tom positivo no exterior, investidores locais monitoraram os desdobramentos da pena do ex-presidente Jair Bolsonaro pelo Supremo Tribunal Federalista. A carência de novas medidas de retaliação dos EUA durante o dia trouxe alguma calmaria, mas declarações de autoridades americanas reforçaram a cautela sobre possíveis ações futuras.
Nos EUA, os yields reagiram ao movimento de correção técnica, mesmo sem diferença na expectativa de golpe de juros pelo Federalista Reserve na próxima semana. O Treasury de dez anos, referência global, chegou a subir 7 pontos-base no pico do dia e avançava 5 pontos, a 4,061%, às 16h34.
No Brasil, o mercado também repercutiu os dados do setor de serviços. O IBGE mostrou subida de 0,3% em julho, a sexta consecutiva, renovando o maior nível da série histórica. Na verificação anual, o prolongamento foi de 2,8%, supra da expectativa de 2,6%, reforçando a resiliência da atividade econômica em meio ao lucro proeminente.
Perto do fechamento, a curva de juros sítio precificava em 98% a manutenção da Selic em 15% no encontro do Comitê de Política Monetária (Copom) da próxima semana, refletindo o estabilidade entre a pressão dos Treasuries e o consolação pela carência de novas retaliações externas.
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