A Reag Investimentos, citada na Operação Carbono Oculto da Polícia Federalista, participou de reuniões com membros do governo federalista, incluindo o presidente do Banco Mediano, Gabriel Galípolo, e o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, quando leste ainda estava na Secretaria de Relações Institucionais.
As informações foram divulgadas pelo portal Metrópoles. Segundo a agenda solene, Galípolo recebeu o fundador da Reag, João Carlos Falpo Mansur, em 12 de agosto, para tratar de “assuntos institucionais”. Mansur é indicado pela PF uma vez que gestor de fundos usados para lavagem de moeda por meio da refinaria Copape.
Desde 2023, representantes da Reag se reuniram com órgãos uma vez que CVM, ANTT, Ministério dos Transportes e Planalto. Em novembro de 2024, a empresa esteve em encontro no Palácio do Planalto com Padilha e representantes chineses.
A Reag se apresenta uma vez que “a maior gestora independente do Brasil”, com R$ 340 bilhões sob gestão.
A Operação Carbono Oculto investiga esquemas de lavagem envolvendo fintechs, fundos e empresas de combustíveis. Segundo a PF, organizações criminosas uma vez que o PCC se beneficiavam de operações ilegais com base de estruturas financeiras paralelas. A Reag e o BK Bank estão entre os alvos.
A Reag afirma que atua conforme a lei e colabora com as investigações. O Banco Mediano, por sua vez, declarou que realiza reuniões com diversos setores e que alguns temas são protegidos por sigilo empresarial.
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