O dólar à vista tinha subida na presença de o real nas primeiras negociações desta segunda-feira, com investidores de olho em uma reunião entre os presidentes dos Estados Unidos e da Ucrânia em Washington, enquanto se posicionam para escoltar o simpósio de Jackson Hole durante a semana.
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Qual a cotação do dólar hoje?
Às 11h35, o dólar à vista operava em subida de 0,21%, a R$ 5,410 na venda. Na B3, o contrato de dólar porvir de primeiro vencimento avançava 0,27%, a R$ 5,428.
Na sexta-feira, o dólar à vista fechou em baixa de 0,34%, a R$5,3994.
O Banco Mediano fará nesta sessão um leilão de até 35.000 contratos de swap cambial tradicional para fins de rolagem do vencimento de 1º de setembro de 2025.
Dólar mercantil
- Compra: R$ 5,409
- Venda: R$ 5,410
Dólar turismo
- Compra: R$ 5,419
- Venda: R$ 5,599
Os movimentos do real tinham uma vez que tecido de fundo a força da moeda norte-americana no exterior, que avançava sobre seus pares fortes e emergentes, uma vez que os agentes financeiros demonstravam aversão ao risco diante das incertezas geopolíticas e econômicas no horizonte.
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Os mercados ainda avaliavam o resultado de uma cúpula entre Trump e o presidente da Rússia, Vladimir Putin, na sexta-feira para discutir a guerra na Ucrânia. O encontro não gerou acordos ou entendimento por um cessar-fogo, mas ambos os lados relataram que progressos foram feitos.
Na esteira da reunião no Alasca, Trump convidou o presidente ucraniano para uma novidade visitante à Mansão Branca nesta segunda, que contará ainda com a presença de vários líderes europeus, à medida que o presidente norte-americano tentará convencer Zelenskiy a concordar um convenção de tranquilidade.
O grande receio é de que o encontro termine uma vez que a conversa de fevereiro, quando Trump e o vice-presidente dos EUA, JD Vance, protagonizaram uma bronca pública a Zelenskiy.
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“A agenda mantém a atenção do investidor voltada ao risco global. A exórdio da semana tende a ser de cautela… com volatilidade à vista diante de qualquer surpresa nos indicadores ou nos bastidores da geopolítica”, disse Diego Costa, head de câmbio para o Setentrião e Nordeste da B&T XP.
O índice do dólar — que mede o desempenho da moeda norte-americana frente a uma cesta de seis divisas — subia 0,23%, a 98,056.
Ainda no cenário extrínseco, os investidores também aguardam o simpósio de Jackson Hole a partir de quinta-feira, que contará com um aguardado exposição do chair do Federalista Reserve, Jerome Powell.
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A perspectiva sobre a política monetária do banco medial dos EUA tem moldado as negociações em sessões recentes, já que dados mistos sobre a maior economia do mundo têm movimentado as apostas de operadores sobre cortes na taxa de juros neste ano.
No momento, operadores precificam uma verosimilhança de 84% de que o Fed incisão os juros em 0,25 ponto percentual em setembro, segundo dados da LSEG. Uma outra redução de mesma magnitude até dezembro está totalmente precificada.
Na cena doméstica, as atenções seguem voltadas para o impasse mercantil entre Brasil e EUA, com o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ainda tentando negociar a tarifa de 50% imposta por Trump sobre produtos brasileiros.
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(Com Reuters)
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