A inclusão do ministro Alexandre de Moraes na lista de sanções do governo americano, por meio da Lei Global Magnitsky, acionou comando em todo o sistema financeiro internacional que mantém relações com os Estados Unidos.
A medida atinge diretamente bancos, seguradoras, plataformas digitais, empresas de tecnologia e qualquer instituição que opere em dólar, tenha sede ou filial nos EUA ou deseje manter aproximação ao sistema bancário norte-americano.
As instituições passam a ser pressionadas a restringir ou fechar qualquer relação com Moraes, sob risco de sanções secundárias, auditorias ou restrições ao sistema SWIFT. O fenômeno, sabido porquê overcompliance, leva agentes privados a adotarem bloqueios preventivos mesmo sem exigência direta, ampliando o isolamento financeiro do sancionado.
O nome de Moraes passa a conceber listas de alerta do Escritório de Controle de Ativos Estrangeiros (OFAC), do Departamento do Tesouro dos EUA. Essas listas são amplamente compartilhadas em sistemas de compliance de diversos países, o que gera efeitos globais. Instituições financeiras em outras jurisdições também podem recusar relações com o ministro, diante do cimo risco
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