O solicitador da Polícia Federalista (PF) Fábio Shor afirmou nesta terça-feira (22) ao Supremo Tribunal Federalista (STF) que ainda há investigações em curso para identificar outros envolvidos na tentativa de golpe de Estado ocorrida em 2022. A enunciação foi dada durante audiência de instrução da Ação Penal 2696, que apura a atuação de integrantes do chamado “núcleo 3”, criminado de planejar ações operacionais contra autoridades públicas.
Segundo Shor, “existem investigações ainda em curso em relação à identificação de outras pessoas que atuaram no campo operacional”. A fala ocorreu em resposta a questionamentos da resguardo do policial federalista Wladimir Matos Soares, um dos réus do processo. A Procuradoria-Universal da República (PGR) aponta esse núcleo porquê responsável por ações táticas e tentativas de pressionar o cimeira comando das Forças Armadas a aderir a um golpe para manter o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) no poder em seguida as eleições de 2022.
Durante o testemunho, o solicitador externou informações já presentes no relatório final da PF, incluindo o monitoramento de autoridades, porquê o portanto presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT), e a existência de uma equipe pronta para prender o ministro Alexandre de Moraes. “Uma vez que nós expusemos no relatório final, havia uma equipe operacional que estava pronta para prender e executar o ministro Alexandre de Moraes”, afirmou.
Wladimir Matos Soares, além de ser criminado de compartilhar dados sobre a segurança de Lula com aliados do ex-presidente Bolsonaro, teria pronunciado em áudios que “mataria meio mundo” pelo ex-chefe do Executivo. Ele também teria mencionado a formação de um grupo armado para prender ministros do STF, com uso potencial de força mortífero. Além do policial, outros nove militares do Tropa integram o núcleo investigado na ação penal.
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