O deputado federalista Eduardo Bolsonaro (PL-SP) declarou, neste domingo (20), que não renunciará ao seu procuração, apesar do término de sua licença de 120 dias, conforme informou em uma live transmitida em seu meato no YouTube. O parlamentar, que se mudou para os Estados Unidos em março de 2025, afirmou que conseguirá “levar o procuração” por pelo menos mais três meses, aproveitando o recesso do Congresso e o limite de faltas permitidas pela Câmara dos Deputados. A decisão ocorre em meio a investigações no Supremo Tribunal Federalista (STF) sobre sua atuação junto ao governo norte-americano para promover retaliações contra autoridades brasileiras, incluindo o ministro Alexandre de Moraes.
Apesar de ter sinalizado anteriormente à Folha de S.Paulo que “muito provavelmente” abriria mão do procuração, Eduardo agora aposta na possibilidade de manter seu função sem retornar ao Brasil, onde teme ser recluso. Ele mencionou um projeto de lei, parado na Câmara, que permitiria o treino remoto do procuração em situações excepcionais, mas não há previsão de votação. Enquanto isso, caso não renuncie oficialmente, Eduardo voltará a receber o salário de R$ 46,3 milénio, sem urgência de formalidades, segundo a Câmara.
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