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Lei Magnitsky pode ser usada contra ministros do STF e ampliar sanções, alerta comentador da Eurasia
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A relação entre Brasil e Estados Unidos pode entrar em uma novidade temporada de tensão. O diretor-executivo da Eurasia Group, Christopher Garman, afirmou que há uma poderoso verosimilhança de emprego da Lei Magnitsky contra o Brasil, principalmente voltada a ministros do Supremo Tribunal Federalista (STF). A enunciação foi feita durante participação no WW nesta sexta-feira (18), e levanta um alerta sobre possíveis sanções internacionais mais severas.
A estudo de Garman ocorre posteriormente a revogação recente de vistos por segmento dos EUA, medida considerada inicial e simbólica, mas que pode evoluir para penalidades mais duras.
STF no meio da crise diplomática
Segundo o comentador, os alvos principais das sanções seriam ministros do STF, mas a emprego da Lei Magnitsky pode se estender a outros indivíduos considerados responsáveis por violações de direitos e liberdades civis.
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A leitura sátira sobre o Supremo Tribunal Federalista tem ganhado força no exterior. Garman ressalta que tanto Donald Trump quanto Jair Bolsonaro compartilham críticas severas às decisões judiciais brasileiras, apontando riscos à democracia em vez de proteção institucional. Esse alinhamento de visões tem gerado desconforto nas negociações bilaterais.
Tarifas, pressão do setor privado e impasse nas negociações
No campo mercantil, Garman mostra-se cético sobre qualquer progresso. A redução de tarifas entre Brasil e Estados Unidos parece improvável no pequeno prazo. O cenário mais otimista, segundo ele, seria manter as tarifas atuais, com exceções pontuais e cotas específicas, principalmente sob influência do setor privado norte-americano.
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As tensões devem se intensificar ainda mais antes de 1º de agosto, período considerado crítico nas negociações.
https://www.newsatual.com/eua-podem-aplicar-lei-magnitsky-brasil-garman//Nascente/Créditos -> JORNAL BRASIL ONLINE








