O estado de São Paulo, maior exportador brasiliano para os Estados Unidos, será o mais impactado pela tarifa de 50% anunciada pelo ex-presidente americano e atual pré-candidato, Donald Trump. A medida, que entrará em vigor no dia 1º de agosto de 2025, pode gerar grandes prejuízos econômicos e comerciais, segundo avaliação da Câmara Americana de Transacção (Amcham Brasil).
De convénio com levantamento da entidade, São Paulo foi responsável por 31,2% das exportações brasileiras aos EUA no primeiro trimestre de 2025, totalizando US$ 3 bilhões (aproximadamente R$ 16,5 bilhões). Entre os produtos mais enviados estão sucos de frutas, aeronaves e combustíveis.
Além de exportar, o estado também é o maior importador de bens norte-americanos, tendo comprado US$ 3,2 bilhões (tapume de R$ 17,6 bilhões) no mesmo período, com destaque para máquinas de dados, medicamentos e instrumentos de mensuração.
Outros estados impactados
Depois São Paulo, os principais estados exportadores para os EUA são:
Apesar da relevância da relação com os EUA, a China continua sendo o principal fado das exportações da maioria dos estados brasileiros.
Amcham manifesta preocupação
Em nota solene, a Amcham Brasil demonstrou “profunda preocupação” com o impacto da novidade tarifa sobre a economia pátrio, empregos e investimentos, e pediu a retomada urgente do diálogo diplomático entre os dois países.
“A relação bilateral entre Brasil e Estados Unidos sempre se pautou pelo reverência, pela crédito mútua e pelo compromisso com o desenvolvimento conjunto. O negócio entre as duas nações é fortemente complementar e tem gerado benefícios concretos para ambos os lados, sendo superavitário para os EUA ao longo dos últimos 15 anos”, destacou a entidade.
A Amcham conclamou os governos brasiliano e americano a buscar uma solução negociada, que respeite os princípios de previsibilidade, segurança e racionalidade econômica.
Repercussão política
A medida adotada por Trump gerou poderoso repercussão no Brasil. Enquanto setores do governo culpam a diplomacia do governo anterior, membros da oposição atribuem a responsabilidade à atual gestão por tensões ideológicas com Washington e falhas no diálogo com parceiros estratégicos.
O impacto efetivo da tarifa sobre setores específicos da indústria paulista ainda está sendo medido, mas associações do agronegócio, do setor aeronáutico e de víveres já sinalizam mortificação com os efeitos da medida.
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