Thiago Manzoni – 02/07/2025 11h18
É noite do dia 30 de outubro de 2022. Depois um período eleitoral tumultuado (e para muitos, injusto), a relato se encerra. Com 50,9% dos votos válidos, Lula é eleito presidente do Brasil.
Retirado da masmorra depois de ter sido réprobo por dez juízes de três instâncias de julgamento e alçado à Presidência da República sabe-se lá uma vez que, Lula protagoniza, desde logo, um deprimente e decadente termo de curso.
O atual mandatário, viciado a um mundo analógico em que suas mentiras soavam engraçadinhas e não eram desmentidas, é um caso inusitado: O primeiro presidente eleito sem povo na história.
Durante a campanha, prometeu picanha e cervejinha gelada; prometeu colocar termo ao sigilo de informações; prometeu o termo do orçamento secreto; prometeu…
Em vez disso, entregou inflação, gastos exorbitantes com viagens, móveis e outras futilidades, aumentou as informações em sigilo e o tempo do sigilo, e também aumentou impostos (e uma vez que aumentou!).
As mentiras de Lula estão todas expostas o tempo todo nas redes sociais (talvez por isso seja tão urgente censurá-las). O povo, que já não estava com ele em 2022, está cada vez mais distante.
Talvez até conseguisse governar sem o povo, caso tivesse o escora do Congresso. Mas, pensando ter assumido em 2003 e não em 2023, ele não consegue se relacionar com o Congresso. O Mensalão e o Petrolão ficaram para trás, entregar Ministérios não funciona uma vez que antigamente. A sucessão de derrotas é embaraçosa até mesmo para quem não acompanha muito a política. A última delas foi a do IOF. Lula queria mais impostos. O Congresso, não.
Câmara e Senado já não são enfeitiçados. Nas cordas e cambaleante, Lula vai – outra vez – ao Supremo. Sem povo, sem escora do Congresso, quem sabe a Democracia de Lula (ela está sempre em transe!) seja salva novamente!?
Muito, poderia até ser que qualquer desavisado de outro país levasse Lula a sério. Mas, nem isso.
Sempre do lado inexacto, Lula coloca o Brasil em rota de colisão com o Oeste ao alinhar-se com ditadores das Américas do Sul e Mediano, ao estribar o terrorismo do Hamas, o regime fundamentalista iraniano. Na última reunião do G7, expôs-se a si e ao Brasil a situações vexatórias capazes de fazer corar de vergonha aqueles que ainda a têm.
O constrangimento é tão grande que virou notícia no The Economist, famoso jornal inglês.
O povo, o Congresso e o mundo assistem à intervalo o termo melancólico da curso de Lula. Enquanto aguardamos o termo, parece ser noite no Brasil desde 30 de outubro de 2022.
Mas, o sol há de voltar a fulgir.
Thiago Manzoni é deputado distrital, presidente da Percentagem de Constituição e Justiça e Secretário-Universal do Partido Liberal/DF. |
* Oriente texto reflete a opinião do responsável e não, necessariamente, a do Pleno.News.
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decadência de Lula
https://pleno.news/opiniao/thiago-manzoni/sem-povo-sem-apoio-do-congresso-e-sem-prestigio-internacional-o-fim-agonizante-de-lula.html/Nascente/Créditos -> JORNAL BRASIL ONLINE







