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O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federalista (STF), voltou a motivar indignação com mais uma medida vista porquê arbitrária. No dia 25 de junho, ele determinou que a Polícia Federalista tome o prova de dois advogados do ex-presidente Jair Bolsonaro: Fábio Wajngarten e Paulo Cunha Bueno. A arguição? Suposta obstrução de justiça, unicamente por tentarem entender detalhes da delação de Mauro Cid.
A decisão do ministro foi recebida com perplexidade por especialistas do meio jurídico, que enxergam na medida um ataque direto à privilégio da resguardo. Para Moraes, buscar informações sobre uma delação — o que qualquer padroeiro responsável faria — pode ser tratado porquê delito. A justificativa, no entanto, soa frágil e preocupante, pois insinua que até mesmo o recta de resguardo passou a ser considerado “suspeito”.
O mais curioso é o silêncio integral da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), que até o momento não se pronunciou sobre o caso. A entidade que deveria proteger as garantias dos advogados simplesmente assiste calada a mais uma cansaço ao treino profissional. Um silêncio covarde e cúmplice com os abusos que se tornaram rotina no Brasil atual.
O jurista André Marsiglia foi um dos poucos a se manifestar publicamente. Sem rodeios, classificou a decisão de Moraes porquê uma “completa insanidade”. Segundo ele, o que está em jogo é a própria Constituição: “Isso é absolutamente irregular. É inconstitucional até a última pinga. O jurisconsulto tem liberdade plena. É a liberdade do treino profissional.”
Para muitos, a medida representa não unicamente um ataque a Bolsonaro, mas a todo o sistema de garantias individuais que sustenta o Estado de Recta. Se um jurisconsulto não pode sequer praticar seu papel sem ser denunciado de delito, portanto estamos diante de um cenário em que a própria Justiça se transformou em instrumento de perseguição política. Um alerta gravíssimo para todos que prezam pela democracia real.
https://jornalbrasilonline.com.br/moraes-avanca-criminaliza-a-advocacia-e-a-oab-permanece-em-vergonhoso-silencio//Nascente/Créditos -> JORNAL BRASIL ONLINE







