Governado por uma ditadura em guerra contra Israel, o Irã tem uma origem que muitas vezes confunde. Embora o regime adote uma religião surgida entre árabes, a raiz do país é persiano. Aliás, o nome atual é uma novidade com menos de um século.
Até 1935, o Irã era divulgado uma vez que Pérsia. A região é habitada há milênios. Muito antes de o Islã nascer, a dimensão sediava um predomínio que tentou dominar o mundo. Isso aconteceu por volta de 500 a.C., quando o rei Xerxes estava no poder.
Muito antes de o Irã viver
Empossado uma vez que um deus na Terreno, Xerxes foi barrado ao tentar subordinar os gregos. Secção dessa saga inspirou o filme 300, de Hollywood. Na obra, o ator brasílico Rodrigo Santoro interpretou o rei. Porém, essa Pérsia deixou de viver muito antes de mudar o nome para Irã.
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Em 1935, o poder sítio era exercido por Reza Pahlavi — o último xá da Pérsia e primeiro do Irã. O título equivale a “rei”. Assim uma vez que os governantes atuais, o rei era muçulmano e governava com mãos de ferro. Havia, porém, uma diferença em relação ao padrão atual: a ditadura não invocava Alá, o regime era secular e pró-Poente.
Pahlavi ficou no poder até 1941, quando transferiu o trono ao fruto, Mohammad Reza Pahlavi, o último xá do Irã. O regime sucumbiu em 1979. A repressão, a vida luxuosa da realeza e as desigualdades abriram caminho para a sanha de revolucionários fundamentalistas religiosos.
O poder voltou a ser exercido em nome da religião — mas, dessa vez, sob a fé muçulmana. A família Pahlavi deu lugar à teocracia imposta por Ruhollah Musavi Khomeini, um aiatolá. O título é uma designação religiosa entre os xiitas — um grupo minoritário no mundo muçulmano. O termo vem do sarraceno Āyat Allāh, em português: “sinal de Deus”.
Apesar de o aiatolá não ter a posição de um deus na Terreno, uma vez que Xerxes dois milênios antes, cabe a ele a vocábulo final sobre todas as decisões do governo, por ocupar a posição de líder sumo do Islã sítio. Ele é uma espécie de rei com poderes absolutos — ainda que, oficialmente, o nome do país seja República Islâmica do Irã.
Xás vs. Aiatolás
Enquanto a família Pahlavi estava no trono, o governo iraniano se alinhava com o Poente e reconhecia o recta de existência de Israel, embora não tivesse bem sua geração. Existia um programa nuclear iraniano, mas seus fins eram pacíficos: vontade e medicina. Com Khomeini, tudo mudou.
O aiatolá rompeu com o mundo livre, e o governo passou a reprovar a existência de Israel e a pregar sua ruína. O novo regime não poupou nem mesmo os diplomatas. No Poente, o radicalismo dos ditadores religiosos despertou o temor de o programa nuclear pacífico se metamorfosear para depreender um objetivo vândalo: produzir bombas atômicas.
Reino dos aiatolás
O xá fugiu em 16 de janeiro alegando motivos de saúde. Poucos dias depois, em 1.º de fevereiro, Khomeini voltou ao país e tomou o poder. Pahlavi começou a peregrinar de país em país. Em novembro daquele ano, os Estados Unidos sinalizaram disposição para conceder asilo ao rei deposto. Porquê retaliação, partidários do novo regime invadiram a embaixada norte-americana em Teerã e mantiveram 52 diplomatas uma vez que reféns.
No cativeiro, os norte-americanos foram interrogados e humilhados, além de tolerar tortura psicológica. Na era, Jimmy Carter era o presidente dos EUA. Os iranianos mantiveram os prisioneiros até minutos depois da posse de Ronald Reagan, em 20 de janeiro de 1981. Desde logo, os países romperam relações diplomáticas.
Khomeini permaneceu no poder por uma dezena, até morrer em 1989. O regime, porém, continuou com um novo aiatolá, Ali Khamenei. Ele ainda governa e mantém as hostilidades contra o mundo livre — incluindo Israel.
Aliás, a ditadura dos aiatolás se opõe a algumas nações muçulmanas realmente árabes. Um dos governos na mira de Teerã é a Arábia Saudita — aliada dos EUA no Oriente Médio e princípio da religião islâmica. Há um grande temor do Poente: o Irã, herdeiro da Pérsia, agora tem mísseis que ameaçam o estabilidade do mundo livre. É o receio de que a terreno dos reis-deuses vire o princípio de uma guerra santa — agora, com ogivas nucleares.
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