O Supremo Tribunal Federalista (STF) tomou uma decisão histórica ao proibir a prática da revista íntima considerada “vexatória” em presídios brasileiros. A medida visa ultimar com procedimentos humilhantes, uma vez que o desnudamento de visitantes ou a inspeção invasiva de cavidades corporais, frequentemente impostos a familiares de detentos. Para a direita, que valoriza a segurança e a ordem, a decisão levanta preocupações sobre uma vez que os presídios manterão o controle sem esse mecanismo, mas o STF estabeleceu alternativas para lastrar a distinção humana e a urgência de proteção.
A Namoro determinou que tais revistas, quando realizadas de forma degradante, são inadmissíveis, e as provas obtidas por esses meios passam a ser consideradas ilícitas em processos judiciais. Em vez disso, o tribunal fixou um prazo de 24 meses para que União e estados adquiram equipamentos tecnológicos, uma vez que scanners corporais e detectores de metais, para substituir o método invasivo. Até lá, buscas pessoais só podem ocorrer em casos excepcionais, com consentimento do visitante, realizadas por profissionais de saúde do mesmo sexo e sem caráter vexatório.
Críticos alinhados à direita argumentam que a proibição pode enfraquecer a segurança nos presídios, facilitando a ingresso de drogas, armas e celulares, itens que alimentam o violação organizado. Eles apontam que a falta de infraestrutura imediata para implementar tecnologias em todas as unidades prisionais cria um vácuo perigoso, principalmente em um sistema já marcado por rebeliões e superlotação. Há quem veja na decisão um risco de “retardamento” das regras, temendo que criminosos explorem a brecha enquanto os equipamentos não chegam.
Por outro lado, a medida foi construída com consenso entre os ministros, buscando um meio-termo: preservar a distinção sem ignorar a segurança. Revistas íntimas não vexatórias, motivadas por indícios concretos, seguem permitidas temporariamente, desde que respeitem protocolos rígidos. O STF também deixou simples que, na falta de consentimento, a visitante pode ser barrada, o que mantém qualquer controle nas mãos das autoridades penitenciárias, um ponto que pode acalmar segmento das críticas conservadoras.
A decisão reflete uma tentativa de modernizar o sistema prisional, mas expõe os desafios de um país com recursos limitados e um Judiciário sob escrutínio. Para a direita, o sucesso dependerá da realização prática: se os equipamentos não forem instalados no prazo, ou se o violação organizado se ajustar mais rápido que o Estado, o termo da revista vexatória pode ser visto uma vez que um passo perigoso. O debate agora se volta para a capacidade do poder público de executar o determinado, em um cenário onde a segurança pública segue uma vez que prioridade para muitos.
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