Em um cenário onde as decisões judiciais muitas vezes definem o rumo de indivíduos e moldam o porvir de uma país, surge um caso de tamanha seriedade que gera perplexidade. A recente pena de uma mulher, que enfrenta uma pena de 14 anos de prisão, é cercada de acusações contraditórias e acusações que beiram o contra-senso. De conciliação com a sentença, ela seria responsável por crimes porquê tentativa de “golpe de Estado”, “Extermínio violenta do Estado” e “organização criminosa armada”. Mas a alegado por trás dessas acusações não se sustenta, e o que se observa é uma verdadeira crueldade.
Tentativa de Golpe de Estado: Uma Arguição Sem Base
A tentativa de “golpe de Estado” é uma arguição grave e séria. No entanto, o voto do ministro que a condenou se baseia em imagens da TV, nas quais a mulher aparece junto aos demais envolvidos, sorrindo e aparentemente orgulhosa da situação. Segundo o julgamento, esse comportamento poderia ser interpretado porquê um pedestal ao golpe, sem que houvesse qualquer prova concreta de que ela tenha participado efetivamente de ações violentas ou ilícitas. Não há registros de que ela tenha adentrado os prédios invadidos, destruído propriedade pública ou mesmo manifestado qualquer libido de derrubar o governo.
O que se percebe cá é que a arguição está sendo sustentada unicamente pela presença dela em uma cena televisiva. Não existe sinal de participação ativa em atos criminosos, e as imagens não provam que ela tenha desejado um golpe ou colaborado com os autores do violação. Esse tipo de raciocínio simplista e punitivo coloca em risco o próprio noção de justiça e do recta à liberdade.
Extermínio Violenta do Estado: Quando Duas Acusações São a Mesma Coisa
A sentença também inclui a arguição de “Extermínio violenta do Estado”, um violação também sério. Todavia, o que poucos sabem é que esse violação é praticamente idêntico à tentativa de “golpe de Estado”, já que ambos visam a derrubada do regime e a modificação da ordem constitucional do país. Portanto, é inconcebível que ambos os crimes sejam somados à pena de 14 anos, porquê se fossem transgressões distintas. Essa duplicidade não faz sentido e gera ainda mais perplexidade sobre a consistência da arguição.
Ao empregar essa dupla penalização, a sentença não unicamente peca pela falta de transparência, mas também cria um precedente perigoso, que pode ser usado para justificar punições desproporcionais em casos semelhantes no porvir. É evidente que o judiciário deve se preocupar em manter a conformidade nas suas decisões, para que a justiça seja, de vestuário, justa.
A Organização Criminosa Armada: O Uso do Batom Uma vez que ‘Arma’
Outro ponto que gera indignação e questionamento é a arguição de “organização criminosa armada”. Neste caso, a “arma” citada na sentença não é uma revólver, um facão ou qualquer outro objeto de combate. Pelo contrário, trata-se de um batom. Sim, o batom, um item geral que uma mulher carrega em sua bolsa, foi utilizado porquê uma alegado de “arma” dentro da arguição de uma organização criminosa.
Não unicamente a teoria de um batom ser classificado porquê uma arma borda o ridículo, mas também coloca em evidência a arbitrariedade de algumas decisões judiciais. Uma vez que é provável que uma mulher, que não representa qualquer risco à sociedade com um simples batom, seja acusada de ser secção de uma organização criminosa armada? Isso desafia qualquer lógica jurídica.
A Obstrução de Justiça: Extinguir Imagens é um Recta, Não um Delito
Outrossim, a mulher foi acusada de obstrução de justiça, por extinguir imagens do próprio celular. No entanto, a Constituição Federalista e tratados internacionais de direitos humanos asseguram que ninguém é obrigado a produzir prova contra si mesmo. Ou seja, ela tinha o recta de extinguir essas imagens sem que isso fosse interpretado porquê um violação. O simples ato de querer preservar sua privacidade ou até mesmo evitar um processo mais longo não pode ser visto porquê uma tentativa de obstruir a justiça.
Essa arguição, portanto, não só é desprovida de fundamento, mas também revela uma violação dos direitos individuais e da liberdade que cada cidadão tem de se proteger em situações de risco. A justiça, em vez de ser um mecanismo de resguardo da liberdade, parece estar sendo usada porquê um instrumento de repressão e controle.
A Crueldade e o Impacto nas Famílias: Uma Mãe Com 2 Filhos Pequenos
Além de tudo isso, o que torna a situação ainda mais cruel é o vestuário de que a mulher tem dois filhos pequenos. Ela aguarda julgamento presa, devido à decisão de Alexandre de Moraes, que negou sua liberdade alegando que ela representava uma “periculosidade social”. A medida é absurda, não unicamente pela falta de evidências concretas, mas também pela desdém de sua veras familiar e do impacto que a prisão pode ter em seus filhos.
Ao negar a liberdade a uma mãe, que não representa uma ameaço à sociedade e tem filhos a sustentar, o que se observa é um sistema judicial indiferente e desumano. Essa crueldade é um revérbero de um sistema que muitas vezes age mais com base em preconceitos e suposições do que com o respaldo de provas sólidas e do devido processo lícito.
O Papel de Luiz Fux: A Esperança de um Voto Justo
Diante de todas essas alegações absurdas, há ainda uma esperança de que a situação seja corrigida. O ministro Luiz Fux pediu vistas e interrompeu o julgamento. O que se espera é que ele profira um voto duro e justo, que reflita a seriedade das acusações e a injustiça das penas impostas. Sua mediação pode ser a chave para virar esse cenário de crueldade e dar início a uma estudo mais cuidadosa e fundamentada do caso.
Um Porvir Sombrio: O Risco de Sociedades Distópicas
Se essa sentença for mantida e as acusações continuarem a ser usadas de forma tão desproporcional, o porvir parece realmente sombrio. A sociedade corre o risco de entrar em um ciclo de repressão onde qualquer ação, mesmo a mais insignificante, pode ser interpretada porquê um violação grave. Será um retrocesso para uma sociedade mais justa e igualitária, rumo a uma veras distópica, onde a liberdade e os direitos individuais são continuamente violados em nome da manutenção de um sistema dominador.
Em suma, o caso em questão não é unicamente uma história de uma mulher sendo injustiçada, mas um alerta para todos nós sobre os perigos de um sistema que pode, em qualquer momento, se voltar contra os próprios cidadãos, sem justificativa, sem razão e sem condolência.
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