- Invocar uma pessoa LGBTQIA+ de “doente mental”, “irregular” ou “estrambólico” [veja a diretriz original abaixo].
Permitimos alegações de doença mental ou anormalidade quando baseadas em gênero ou orientação sexual, considerando discursos políticos e religiosos sobre transgenerismo e homossexualidade, muito porquê o uso generalidade e não literal de termos porquê ‘estrambólico’.”
- Proferir que pessoas LGBTAQIA+ ou mulheres não podem praticar determinados esportes, participar de ligas esportivas ou frequentar determinados banheiros ou escolas [veja o original abaixo].
“[São proibidas publicações que contêm] Exclusão social, no sentido de negar aproximação a espaços (físicos e online) e serviços sociais, com exceção de exclusões baseadas em sexo ou gênero em espaços geralmente restritos por essas categorias, porquê banheiros, esportes e ligas esportivas, grupos de saúde e escora, e escolas específicas.”
- Proferir que mulheres ou pessoas LGBTQIA+ não podem ocupar cargos militares ou trabalhar porquê policiais [veja o original abaixo]. A diretriz foi alterada em seguida o presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, prometer tirar pessoas transgêneros do Tropa e de escolas em seu primeiro dia de governo.
“Permitimos teor que defenda limitações baseadas em gênero para empregos militares, policiais e de ensino. Também permitimos teor similar relacionado à orientação sexual, desde que fundamentado em crenças religiosas.”
- Xingar alguém no contexto de uma discussão sobre política, religião, direitos do público LGBTQIA+ ou imigração [veja o original abaixo]. No trecho, a Meta diz que as políticas permitem o uso de ofensas ou que o usuário se coloque contrário aos direitos desses grupos em postagens.
“Às vezes, as pessoas usam linguagem específica de sexo ou gênero para discutir o aproximação a espaços geralmente restritos por essas categorias, porquê banheiros, escolas, cargos militares, policiais ou de ensino, além de grupos de saúde ou escora.”
“Em outros casos, solicitam exclusão ou recorrem a linguagem ofensiva ao abordar tópicos políticos ou religiosos, porquê direitos de pessoas transgênero, imigração ou homossexualidade. […] Nossas políticas foram criadas para dar espaço a esses tipos de oração.”
O que a Meta apagou da lista de “proibido”
A Meta também apagou de sua lista de comportamentos proibidos alguns insultos ou condutas preconceituosas que se referiam a mulheres, pessoas LGBTQIA+, negros e muçulmanos.
Questionou a Meta para saber se a remoção dos termos implica que esses comportamentos serão permitidos a partir de agora. A empresa não respondeu diretamente, enviando um enviado em que aborda genericamente as mudanças na moderação das plataformas.
Alguns exemplos de proibições que foram apagadas:
- Confrontar mulheres a “objetos domésticos”, “propriedade” ou “objetos no universal”.
- Expressar que um gênero é superior a outro.
- Se declarar intolerante em relação a outros grupos. Nesse trecho, a política anterior da Meta proibia explicitamente que alguém se autodeclarasse porquê “homofóbico”, “racista” ou “islamofóbico” – essa restrição também foi retirada.
- Proferir que uma pessoa ou um determinado grupo espalhou ou foi responsável pela existência do coronavírus.
- Na versão em inglês, foi retirado o trecho que proibia que o usuário se referisse a pessoas transgêneros ou não binárias pelo pronome ‘it’, usado para objetos ou animais e pejorativo quando direcionado a alguém. Grupos LGBTQIA+ recomendam a utilização de pronomes que estejam de contrato com o gênero que a pessoa se identifica.
Meta diz à AGU que removerá conteúdos que incitem à violência
Em sua resposta à AGU, enviada nesta segunda, a Meta se disse comprometida com a transparência, em respeitar os direitos humanos e a liberdade de sentença. A empresa afirmou que continuará removendo do ar conteúdos que incitem à violência ou que tenham “ameaças plausíveis à segurança pública ou pessoal”.
Ela também citou as mudanças na política de combate a condutas de ódio e disse que, embora o texto tenha sido perturbado, ele “continua a definir as características protegidas, que atualmente incluem raça, etnia, nacionalidade, deficiência, religião, linhagem, orientação sexual, sexo, identidade de gênero e doença grave”.
Empresa também encerrou programa de inconstância
Além das alterações nas plataformas, a Meta também confirmou à filial Associated Press, no último dia 10, que está encerrando seu programa interno de inconstância, justiça e inclusão. Ele englobava contratação e treinamento de funcionários e seleção de fornecedores.
Na prática, a Meta não terá mais uma equipe focada em inconstância e agora “se concentrará em porquê empregar práticas justas e consistentes que mitiguem o preconceito contra todos, não importando sua origem”, segundo um enviado enviado aos funcionários.
Término da checagem de fatos e outras mudanças
O término da checagem dos posts por terceiros no Facebook, Instagram e Threads foi anunciado pelo presidente-executivo da Meta, Mark Zuckerberg, no último dia 7. Na publicação, ele disse que a empresa irá colaborar com Donald Trump para combater supostas tentativas de increpação.
Principais mudanças anunciadas pela Meta:
- atualização de sua política de “conduta de ódio”, removendo restrições a permitindo comentários discriminatórios contra determinados grupos.
- a Meta deixa de ter os parceiros de verificação de fatos (“fact checking”, em inglês) que auxiliam na moderação de postagens, além da equipe interna dedicada a essa função;
- em vez de pegar qualquer violação à política do Instagram e do Facebook, os filtros de verificação passarão a focar em combater violações legais e de subida sisudez.
- para casos de menor sisudez, as plataformas dependerão de denúncias feitas por usuários, antes de qualquer ação ser tomada pela empresa;
- em casos de conteúdos considerados porquê de “menor sisudez”, os próprios usuários poderão juntar correções aos posts, porquê complemento ao teor, de forma semelhante às “notas da comunidade” do X;
- Instagram e Facebook voltarão a recomendar mais teor de política;
- a equipe de “crédito, segurança e moderação de teor” deixará a Califórnia, e a de revisão dos conteúdos postados nos EUA será centralizada no Texas (EUA).